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Quer acabar com recaídas da depressão e ansiedade? Dá-lhe eu-observador! (parte 5)

Quer acabar com recaídas da depressão e ansiedade? Dá-lhe eu-observador! (parte 4)

Ueba! Chegamos na parte final desta série de posts: “Quer acabar com recaídas da depressão e ansiedade? Dá-lhe eu-observador!” Aqui você vê a parte 4.

A  gente tava falando da multidão interna que nos habita, lembra?

E como a depressão (ansiedade e outro transtorno da cachola) faz nossa cabeça ficar tumultuada por uma vizinhança desagradável.

E aí como botar ordem nesse caos interno e sair da doença?

É preciso despertar seu eu-observador.

Entenda o eu-observador de vez

E o que é o eu-observador?

é seu centro imutável que tem como objetivo apenas observar seus conteúdos internos ao longo do dia.

O filósofo Gurdjieff (falei bastante dele no post anterior) explicava o estado do homem usando uma carruagem como analogia, mas eu adaptei pra táxi porque o mundo tá mais mudernu, né!

Até Angélica vai de táxi. (Eu vou de Uber que tá mais barato).

Nosso estado humano é como se fôssemos um táxi.

  • o passageiro representa o Eu-observador
  • o carro é a parte motora do Centro Motor
  • o combustível a parte emocional
  • o taxista a parte intelectual

Pra quem tá sonâmbulo (inconsciente de si), não existe a presença do passageiro.

Twittável: Depressão e ansiedade: pra se curar basta treinar! 
Te ensinamos a ficar emotionally fit 
@anamariasaad http://bit.ly/1NPePPf

Quer acabar com recaídas da depressão e ansiedade? Dá-lhe eu-observador! (parte 5)

E aí o que acontece?

O táxi fica andando sem uma direção ou objetivos definidos.

É como se você fosse um taxista rodando sem passageiro. Você não sabe pra onde ir, até que o passageiro entra no carro.

Mas, se o passageiro não tá presente, o carro não anda com um propósito real.

O mesmo com sua vida.

Você fica sem rumo, desconectado do seu centro.

Quer acabar com recaídas da depressão e ansiedade? Dá-lhe eu-observador! (parte 5)A mercê do taxista e do combustível, que ficam a mercê do externo – do trânsito caótico, da gasolina cara, dos desejos inconscientes dos outros carros… Do negativo alheio.

Mas, quando o passageiro tá lá, é como se tivesse uma testemunha neutra dentro o carro, capaz de registrar conscientemente os eventos da realidade, os movimentos, sentimentos e pensamentos internos.

E assim, esse passageiro dá um rumo pra tudo isso. Ele conduz o carro, mesmo não pegando no volante.

Conforme você treina o despertar do seu eu-observador, você começa a recordar desse passageiro.

Quem é você?

É muito raro a gente experienciar nosso “eu” real (o passageiro).

A auto-observação imparcial, sem julgamentos, análises e críticas é a chave mestra para isto.

E nesse eu-real não existe doença!

E a doença monamur, é na verdade quem tá te impulsionando a acordar seu eu-observador e sair desse sonambulismo, sendo cada vez mais VOCÊ!

Então desperte seu eu-observador!

Como despertar o eu-observador

Já te contei que é através de técnicas de meditação.

A mais famosa – Mindfulness – você pratica no seu dia a dia, enquanto anda, trabalha, come, conversa…

Então não precisa de nada especial pra meditar, basta você prestar atenção.

Prestar atenção em quê exatamente?

Bota um reparo. 

Você já teve momentos em que teve consciência de estar se observando?

Sem julgamentos, sem críticas, sem análises e interpretações – apenas observando, como uma testemunha neutra.

Se não, comece a Observar:

  • seu corpo – suas posturas físicas, máscara facial…
  • sua mente – seus pensamentos, diálogos internos, emoções…
  • quando vc tá só (eu falo à beça sozinha e até gesticulo! Divertido demais me observar)
  • quando alguem entra no ambiente (se é o boyfriend ou a girlfriend como você fica? E se é o chefe? E se é um estranho?)

Pra cada situação diferente, observe a reação mecânica que surge em você como resposta.

E isso é fácil, basta ficar atento aos detalhes.

Pode ser desde:

  • sua respiração
  • lábios (você prende os danados?)
  • movimento dos pés
  • braços
  • cabeça
  • etc

TOCPor exemplo: eu trabalho na internet então vira e mexe lido com haters.

Tem uns passivos agressivos malas que escrevem comentários mais malas ainda.

Hoje em dia é raro, mas ainda noto que, ás vezes, quando leio esse tipo de comentário, eu sinto um frio na minha barriga… de raiva! E a minha cabeça esquenta e eu aperto as mandíbulas, tudo mecanicamente!

Hoje eu apenas observo, e tudo bem. Deixo a raiva passar por mim causando as sensações corporais que ela causa e beleza.

Antes não tinha consciência alguma do que a raiva causava no meu corpo.

E você? Quando você sente raiva, onde pega no seu corpo?

Pra se curar da depressão e ansiedade basta treinar

Quanto mais você treinar essa observação, mais você vai despertando esse seu centro interno, esse seu eu-observador e mais consciência você ganha.

E você só poderá mudar seu estado mental e se curar*, se você desenvolver sua CONSCIÊNCIA.

vença a depressãoQuem já conhece meu Método Super Di, sabe que o foco é em adotar o lifestyle certo.

E pra acabar com os hábitos nocivos e inserir novos hábitos, há que se observar!

É treino.

O psiquiatra Nicoll, que você conheceu na parte 4 desta série de posts,  dizia:

“Para lembrar-se de si mesmo não devemos nos identificar”

Essa frase estava relacionada ao que é necessário para que o Eu-observador prevaleça.

E pra treinar essa desidentificação com a mente precisamos aprender e treinar a Auto-observação

Quando você observa o que se passa em você como uma testemunha neutra (sem julgamentos, análises e críticas), com o tempo você percebe que não precisa acompanhar um estado de humor, um pensamento, uma emoção etc.

Tipo:

  • Não é porque você ficou puto com sua mãe de manhã, que vai carregar isso até a noite.
  • Não é porque um pensamento de traição do seu companheiro surgiu na sua cabeça, que você precisa escarafunchá-lo e deixá-lo te atormentar.
  • Não é porque você tá pra baixo (e não vê saída) que precisa se matar.

Entende?

Ao invés de ser dominado pela sua mente, você pode apenas se observar, ativando seu eu-observador.

Você não é a depressão (ou qualquer outra doença)

Aos poucos com seu treinamento você passa a “lembrar” de que existe um núcleo imutável dentro de você que atua como uma testemunha neutra.

E aí, my love, você experiencia que não é a doença.

Fica claro pra você que  a depressão (ou ansiedade ou outro transtorno da cachola) existe em você, mas que você não é a depressão.

E quando você experiencia isso, naturalmente percebe que quanto mais treinar, mais você se distanciará desse mal estar, até ele não existir mais.

Por isso criei o Método Super Di, pra você ter o passo a passo de como fazer isso. 🙂


Agora, bora fixar esse conceito mega importante pra sua cura*?

Então, releia a série completa:

“Quer acabar com recaídas da depressão e ansiedade? Dá-lhe eu-observador!”

Força nessa peruca, lindeza! 
Com amor,
Ana Maria Saad 
Gifs: feitos por amigos
Memes: zoeira nossa

*AVISO MEGA IMPORTANTE: lindeza, não queremos insultar sua inteligência, mas somos obrigados a deixar claro que não prometemos que você vai se curar – os resultados variam de indivíduo pra indivíduo. A gente te mostra os caminhos, mas trilhar o caminho da sua cura dependerá só de você!

Veja a série: “Quer acabar com recaídas da depressão e ansiedade? Dá-lhe eu-observador!”

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10 respostas para “Quer acabar com recaídas da depressão e ansiedade? Dá-lhe eu-observador! (parte 5)”

  1. Anônima disse:

    Conheço o trabalho de vocês faz algum tempo. Estava muito mal quando vim parar aqui, ainda assim demorei para aceitar a minha situação. Afinal, aceitar que você está na m*rda dói. Mas fui procurar ajuda, e comecei a mudar meu estilo de vida. Praticar meditação, fazer exercícios, e outros tipos de tratamento como acunpultura e florais. Ainda não me curei. E dou muitas escorregadas ainda. Apesar disso sinto uma melhora. Estava um lixo quando achei o site. Não estava planejando me matar, mas queria morrer. Estava desesperada, era um sofrimento sair de casa para ir no supermercado (sim eu sofria por tudo). Hoje isso está melhor.
    Ainda tem muito trabalho para fazer, muito lixo emocional para limpar. E estou um pouco com medo de mexer nisso, porque vai feder um bocado. Espero um dia estar completamente curada, e quem sabe, até, ajudar outras pessoas também. Por enquanto quero agradecer vocês pelo trabalho. Foi muito importante para mim encontrar um lugar com pessoas que entendiam pelo que eu estava passando, sem julgamento. E espero que continuem com o trabalho maravilhoso. Obrigada.

    • Meu amor seu depoimento nos dá muita alegria e ânimo pra seguir com o trabalho. Vc já entendeu tudo: é tomar as rédeas da sua saúde,e isso incluir mudar os hábitos, observar e domar a mente e encontrar boas terapias. Faxinar é trabalhoso, mas te garanto que não dói mais do que essa dor que vc já sentiu por não aceitar e não entender oq se passava com vc.

      A aceitação é um processo, paciência contigo!

      Então encontre um bom terapeuta, que te trate como um todo, como as abordagens holística, transpessoal, bioenergética… Se inscreva no nosso site pois em breve teremos muito conteúdo bacana pra te ajudar a se manter firme nesse estilo de vida que cura: http://www.anamariasaad.com.br/inscreva

      Bjoks e força, vc ta no caminho!

  2. Mariana disse:

    Olá,

    Conheço o seu trabalho faz algum tempo. Recebo os e-mails e assisto seus vídeos. Comecei a fazer terapia (não me disseram o diagnóstico ainda) e também passei a fazer exercícios, cuidar mais da alimentação, enfim, tentar melhorar o estilo de vida. Ainda assim não é fácil. Principalmente isso de ativar o eu-observador e viver no presente.
    Em casa, desde criança, nada foi fácil. Minha mãe tinha depressão grave (ainda tem e toma remédios), tinha um pai violento, e uma vida inconstante. Havia sempre muitas brigas, mesmo com o divórcio ainda havia brigas. Então eu comecei a fugir daquilo. Virou um hábito. Para não ter que presenciar as brigas eu mergulhava no que fosse para não ter que viver aquele presente.
    Até hoje isso acontece. Se está tudo bem, até consigo me concentrar no presente. Exige esforço, mas consigo. Mas quando surge um problema…
    Levei muito tempo para perceber que fazia isso. Tanto que os problemas se acumularam, ficaram piores e maiores, porque fugia no lugar de enfrentar.
    Mas quando minha mãe teve uma recaída, e me vi desempregada, sozinha, me sentindo fracassada, e me peguei invejando os outros, presa numa vida que não queria, vi que precisava fazer alguma coisa.
    A minha autoestima e confiança nunca foram boas, mas estão destruídas. E espero aos poucos me reconstruir. Mas não é fácil. Porque o mundo não espera por ninguém. Os problemas vem, e, por um lado, depois do tratamento nunca mais fiquei tão para baixo quanto antes, ainda assim estou loge de estar boa, porém vou aguentando.
    Mas ativar o eu-observador tem sido bem difícil para mim. Algumas vezes acho que consigo. Olhar para tudo sem entrar num turbilhão de recentimentos e medos. Geralmente não consigo. Por incrível que pareça, eu sinto culpa quando não me sinto mal. Com tanta coisa errada, que precisa melhorar na minha vida, como conseguir um emprego, muitas vezes sinto culpa por estar bem. Sinto culpa por me tratar e cuidar de mim. Será que outras pessoas passam por isso? E isso de ativar o eu-observador, será falta de disciplina?

    • Mari, isso meu amor é o famoso quentinho da bosta, sabe? A nossa mente tá tão acostumada com a dor e a doença, que qnd entramos num estado em que não temos a doença (ou seja quando conseguimos ver outras coisas além da nossa própria dor, qnd fazemos um movimento pra nos curar, qnd estamos ativando o eu-observador no presente, aqui agora) a mente entra em faniquito. é oq chamamos de autoboicote, que é o medo e o vício na dor, medo de não saber quem será vc sem o rótulo da doença e tds essas crenças que vc veio trazendo como SUAS desde criança. Isso é super normal, faz parte, por isso insistimos tanto pra buscar terapeutas que foquem em despertar o seu potencial de saúde, que te coloquem em conttao com sua essência, que levem em conta a sua história de vida e pq adoeceu.
      Neste nosso guia dois macetes, no item 8, trazemos algumas indicaçoes das linhas terapêuticas mais indicadas pra isso: http://www.anamariasaad.com.br/guia-vencer-a-depressao-e-ansiedade-panico/

      E sobre o Eu-observador, meu amor, é desafio pra vida toda. é prática. os monges não nascem zens, eles pratica muito, muito muito. é perceber que viajou na mente e voltar. é eternamente um voltar. mas só de perceber que vc nao é a mente, isso já é 50% do camihno. então busque uma aula de yoga por exemplo que te ajudará demais nesta prática.

      Siga firme, vc tá no caminho, td vem com treino na vida, lembre-se q vc não aprendeu a falar e a andar do dia pra noite, né?
      Bjoks

      • Mariana disse:

        Olá, obrigada por me responder. Ler os posts e os comentários aqui sempre me dão esperança de um dia conseguir melhorar. Vou continuar na luta. Com esperança de um dia para de me lamentar, parar de me sentir mal comigo mesma, e todas essas coisas que eu faço por não estar bem. Muito obrigada mesmo.

  3. Adam disse:

    Acompanho o site e o Ana tv e recebo seus emails há um tempinho já, queria agradecer pois todo esse conhecimento têm me ajudado muito! Adoeci mais ou menos aos 14 anos e fiz 20 na semana passada, ainda não me curei de todos os transtornos mas estou feliz por ter chegado até aqui. Falando em transtorno… queria falar de uma coisa que não tem muito a ver com o post mas se pudesse me dar uma luz ajudaria muito. Eu sou transgênero (um homem trans). Recebi muitos carimbos como depressão e ansiedade etc. e a psicologia trata a transexualidade como um transtorno, o “transtorno de identidade de gênero”. Eu não consigo enxergar/aceitar isso como doença! Pra mim, ser trans é apenas uma condição, algo que eu sou! Não me sinto mal por ser trans, muito pelo contrário. Eu deveria começaram a encarar a transexualidade como um transtorno a ser tratado? Eu simplesmente não entendo o motivo disso ser tratado como doença, eu não me sinto doente, eu não odeio meu corpo nem nada, eu só quero ser eu mesmo, me sentir feliz na minha própria pele..

    • Adam, vc já sabe a resposta meu amor; Que ser humano que é doente? A doença vem pq coisas ruins aconteceram a este ser humano. Então busque seu autoconhecimento, busque a sua essência, seu dom único, seu potencial, sua felicidade. Isso é saúde. é estar bem na própria pele. Por isso falo tanto das medicina integrativa, pq ela foca no ser humano e não na doença.
      Já leu nosso Guia? No item 8 mostramos as linhas de tratamento que focam no potencial do ser humano pra te ajudar a descortinar esstes traumas todos que te levaram a adoecer.
      Mergulhe na sua história e foque no seu potencial! Fuja de médicos que querem te enquadrar numa doença.

      O item 2 e 8 do guia te ajudarão bastante: http://www.anamariasaad.com.br/guia-vencer-a-depressao-e-ansiedade-panico/
      Bjoks e grata por seu carinho =)

    • Adam, vc já sabe a resposta meu amor; Que ser humano que é doente? A doença vem pq coisas ruins aconteceram a este ser humano. Então busque seu autoconhecimento, busque a sua essência, seu dom único, seu potencial, sua felicidade. Isso é saúde. é estar bem na própria pele. Por isso falo tanto das medicina integrativa, pq ela foca no ser humano e não na doença.
      Já leu nosso Guia? No item 8 mostramos as linhas de tratamento que focam no potencial do ser humano pra te ajudar a descortinar esstes traumas todos que te levaram a adoecer.
      Mergulhe na sua história e foque no seu potencial! Fuja de médicos que querem te enquadrar numa doença.

      O item 2 e 8 do guia te ajudarão bastante: http://www.anamariasaad.com.br/guia-vencer-a-depressao-e-ansiedade-panico/
      Bjoks e grata por seu carinho =)

  4. lidia disse:

    Descobri seu site através de uma pesquisa que estava fazendo na internet sobre suicídio. Sim, eu estava pensando nisso. Não sei ao certo o que tenho. Nunca fui em um psiquiatra para ter um laudo comprovando o que tenho. Mas sei que não estou bem há muito tempo. Acho que desde sempre na verdade. Não sou uma pessoa feliz, mas em certas épocas, ou por conta de certos acontecimentos, em entro em “crises”, de choro, de compulsão alimentar, de raiva, de pensamentos destrutivos, de vontade de morrer, enfim. Reconheço que tenho horror de me socializar com outras pessoas. Tenho um sobrepeso considerável porque desde sempre descontei minhas frustrações na comida. Criei o hábito de acumular coisas, em especial perfumes, cosméticos e maquiagens, como uma forma de refúgio. Como se não bastasse, sou absurdamente impulsiva, em tudo, inclusive nas compras, o que me levou a uma dívida que nunca tive antes (esse é o motivo pelo qual buscava algo sobre suicídio na internet). Por fim, descontei no cabelo. Cortei joãzinho por pura insatisfação e mais uma vez, impulsividade. De uns tempos para cá, minha família, em especial minha mãe, está reconhecendo que não estou bem e que preciso de ajuda. Mas até um tempo atrás, para eles, o que eu tinha não passava de uma pirraça, uma birra de menina mimada. Enfim, tenho um histórico de abuso sexual na infância (que a minha família não sabe ou finge não saber), obesidade, humilhação familiar por conta da obesidade e um fanatismo religioso familiar, que resultou nisso que sou: Uma pessoa que literalmente não deu certo. Mas vou continuar lendo seu site. Espero, um dia, conseguir ser uma pessoa melhor. Abraços!

    • Lidia, meu amor, vc não é uma pessoa que não deu certo. Vc é apenas uma criança ferida, que foi vítima de negligência e abusos. Uma criança não pode ser tratada desta maneira e oq vc é hj é apenas reflexo de como vc foi tratada/ Então vamos buscra ajuda e buscar conhecimento pra que vc possa se pegar pra criar e acolher essa menina linda que vc é, tá?
      Comece lendo este Guia, pois ele traz o conhecimento mais importante que reunimos e como podemos te ajudar: http://www.anamariasaad.com.br/guia-vencer-a-depressao-e-ansiedade-panico/

      Encontrar um bom terapeuta será fundamental pra vc, no item 2 e 8 te ajudamos nisso!
      Bjos e qualquer dúvida nos escreva! tamo junto, tá?