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Antidepressivo

Antidepressivos: podemos realmente confiar nesses remédios? Bom, as pessoas melhoram com os antidepressivos, sem dúvida alguma. Mas não por causa da droga que eles carregam em si, e sim por causa do efeito placebo.

Ou seja, se for dado pílulas de açúcar para esses pacientes, sem que eles saibam, eles também vão melhorar da depressão, mas sem gastar uma fortuna com medicamento e sem amargar seus graves efeitos colaterais, que podem até mesmo levar ao suicídio.

Esse fato foi levantado em 2008, um escândalo que se abateu sobre a comunidade científica abalando médicos, enfurecendo psiquiatras e pacientes.

Esse furdúncio todo foi graças as pesquisas de 15 anos de Irving Kirsh, Diretor Associado do Programa de Estudo dos Placebos na prestigiada Escola de Medicina de Harvard.

Mas há décadas que esse babado vem rolando no meio científico: cientistas contra argumentando que antidepressivos são placebos.

O que acontecia lá atrás é que rapidamente esses profissionais eram desacreditados por outros cientistas a serviço dos maiores interessados em deixar os antidepressivos como mocinhos: a indústria farmacêutica, que só com os antidepressivos, nos EUA, lucra em torno de 11.3 bilhões de dólares por ano!

Eu não sei nem o que é 10 dólares, quem dirá 11 bilhões…

Antidepressivos - Breaking Bad

Antidepressivos – Efeito Placebo

Imagine você num negócio dessa magnitude,  ganhando uma put@ grana e de repente tendo seu status e dindim ameaçados.

Você usaria da sua influência pra que as coisas ficassem na mesma, afinal você seria um insensível psicopático, como alguns políticos e executivos de grandes corporações, que vira e mexe detonam a economia porque eles precisam ter 2 jatinhos descansando no aeroporto, 3 Porsches e 2  Ferraris tomando sol na porta das suas mansões, ao invés de sair do próprio umbigo.

Mas, dessa vez em 2008, talvez sensibilizados pela grande crise que amargou os EUA desmascarando alguns desses respeitados homens de negócio, os estudos de 15 anos de Kirsh foram levados a sério, e embora tentassem descreditá-los, isso não aconteceu.

Na Grã Bretanha, o Sistema Nacional de Saúde evoluiu um pouquinho e mudou seu paradigma obsoleto de tratamento. Agora, eles só prescrevem antidepressivos para casos graves, onde a eficácia desses remédios foi de fato cientificamente comprovada.

Casos leves e moderados de depressão são tratados com exercício físico e terapia. Como você pode conferir nesse print screen do site National Health Service:

Depressão na Grã Bretanha

Se você ainda assim é como eu que precisa ver pra crer, dá um Google na entrevista gravada que Kirsh e seus colegas, inclusive aqueles que o criticaram, deram para a  CBS News.

O Efeito Placebo – Cientificamente Comprovado

Efeito Placebo já é usado para tratar doenças, como Parkinson, úlceras, Síndrome do Intestino Irritável e até mesmo Osteoartrite.

E o antidepressivo tem efeito placebo nos casos leves e moderados de depressão. Mas, pelo amor, o que é esse tal de efeito placebo?

É quando as pessoas, sem saber, tomam um remédio falso e melhoram mesmo assim. E isso já é cientificamente comprovado, aceito e muito estudado no meio científico.

O efeito placebo alivia sintomas, acaba com a dor e afeta o corpo físico, sendo usado até pra baixar a pressão sanguínea.

E quem prescreve esse placebo faz parte do processo. Se o profissional te escuta, presta atenção em você e se importa de verdade em te ajudar, isso potencializa o efeito placebo, segundo a equipe de cientistas composta por Irving Kirsh.

Twittável: "Todo o trabalho é vazio a não ser que haja amor" 
Kalil Gibran @anamariasaad

Antidepressivos placebo

E às vezes nem é preciso um medicamento, basta uma cirurgia falsa mesmo, como mostrou o experimento que Irving Kirsh relatou em sua entrevista à CBS News: alguns pacientes que sofrem de osteoartrite foram divididos em dois grupos:

  • Grupo 1: teve os joelhos operados;
  • Grupo 2: teve apenas os joelhos abertos e costurados logo em seguida sem que houvesse uma operação de fato, e sem que os pacientes soubessem disso.

Aqueles que tiveram a cirurgia falsa puderam andar e escalar melhor do que os que tiveram a cirurgia real.

Aprovação de Medicamentos – FDA Dãaaaaa

O efeito placebo é cientificamente comprovado, tanto que é utilizado na aprovação de medicamentos.

Eles separam um grupo de pessoas com problema de saúde e dão para uma metade desse grupo remédios verdadeiros com a droga ativa e para a outra metade remédios falsos, tipo pílulas de açúcar, sem a droga ativa e sem que as pessoas saibam.

Então eles analisam para verificar quem melhorou.

Se os resultados forem praticamente iguais, é sinal de que o remédio verdadeiro com a droga ativa funciona tanto quanto o remédio falso de açúcar, logo o remedinho com a droga ativa e seus efeitos colaterais não poderão ganhar o mercado.

Quem regulariza qual remédio vai para o mercado e qual fica na gaveta, é o FDA (Food And Drug Administration) que é tipo nossa Anvisa brasileira.

O problema é que esse órgão regulamentador tá meio desregulado. O modo que eles aprovam os medicamentos é bem dãaa.

FDA estupido

É tipo assim: se de 100 pesquisas que você fizer com um remédio, 98 mostrar que ele é placebo, mas 2 mostrarem que ele tem eficácia, pronto! Você publica esses 2 estudos de sucesso e tá tudo certo.

Legalmente você pode esconder os estudos fracassados, que obviamente você não quer que a comunidade científica e o público vejam.

Assim, a bilionária indústria farmacêutica pode patrocinar diversos estudos “científicos” para soltar suas drogas no mercado.

Aliás, a indústria farmacêutica é tudo aquilo que Fernandinho Beiramar, o famoso traficante, adoraria se tornar: venda de drogas, poder, dinheiro, tudo legalizado e “bem na fita”!  Imagina fazer 11,3 bilhões de dólares só com UM produto! Aff!

lucro da industria farmaceutica

Percebe que a INDÚSTRIA DA DOENÇA é bem mais lucrativa do que a da saúde?

Afinal, só 17 milhões de americanos tomam antidepressivos, incluindo crianças menores de 6 anos. Se somarmos com o resto do mundo… Fernandinho Beiramar vai se cagar todo de inveja: “quem mandou eu não estudar!”

A ciência verdadeira

E como Irving Kirsh descobriu que antidepressivos são placebos?

Como acontece com muitos cientistas, foi sem querer! Ele não tinha pretensão alguma de descobrir essa falcatrua, mesmo porque, assim como a maioria dos profissionais, ele acreditava na eficácia desses remédios.

Ele estava pesquisando o efeito placebo quando percebeu os dados que tinha em mãos e, sendo neutro como um cientista deve ser, ele mudou o foco do estudo e foi em busca de todas as pesquisas sobre os antidepressivos.

Não só aquelas gloriosas que a indústria farmacêutica publicou nas revistas científicas e enviou ao FDA comprovando a eficácia dos medicamentos, mas também os estudos “fracassados”, que com o respaldo da lei foram “escondidos”.

Irving usou a Lei de Liberdade de Informação para botar as mãos nos tais estudos “escondidos” e aí ficou de cabelo em pé.

Transtornos mentais e o Mito do Desequilíbrio Químico no Cérebro

Outro profissional da área de Irving Kirsh que está de cabelo em pé, é Daniel Carlat, psiquiatra e autor do livroUnhinged: The Trouble With Psychiatry” (em tradução livre: “Embirutando: o problema com a psiquiatria”).

Daniel critica que sua classe se aliou à indústria farmacêuticaé manipulada por ela.

industria farmaceutica lucro

Ele diz que eles vendem a ideia de que transtorno mental é causado por um desequilíbrio químico no cérebro, mas segundo ele, isso é um mito conveniente porque reduz o estigma da doença mental.”

E até hoje essa teoria NÃO FOI COMPROVADA.

O que se sabe é que antes do tratamento medicamentoso, a função dos neurotransmissores parece ser normal nas pessoas com doença mental. Ou seja, depressivos, bipolares, esquizofrênicos, borderlines, etc, NÃO SOFREM de nenhum “desequilíbrio químico”.

Mas, depois que o paciente toma a medicação psiquiátrica, seu cérebro começa a funcionar de modo destrambelhado, porque a medicação perturba o funcionamento da via neural.

Que zona, né! E ela é legalizada.

Os Antidepressivos Placebos

É importante você saber quais antidepressivos testaram como placebos pra que você informe seus médicos.

Lembrando que Kirsh e sua equipe analisaram todos os testes clínicos controlados por placebo, inclusive aqueles que não foram publicados (por demonstrarem que os remédios eram um fiasco).

Alguns dos antidepressivos placebos: Prozac, Paxil, Zoloft, Celexa, Serzone e Effexor. 

Então se você toma algum deles, questione seu médico.

perguntas para o medico

É melhor você tomar homeopatia e/ou floral, do que sobrecarregar sua saúde com drogas de forte efeito colateral.

O Antidepressivo Medicamento

Duloxetina, que é tipo o remédio Cymbalta, se mostrou eficaz diante das reanálises do Dr. John Krystal da Universidade de Medicina de Yale, que pesquisou dados dos 7 estudos clínicos que envolveram 2.515 pacientes, cujos resultados foram usados para ganhar a aprovação do FDA.

Mas, o que se descobriu é que de cada 4 pessoas, uma piorou muito com o antidepressivo tipo duloxetina, mais do que com o placebo. E muitas que melhoraram não foi num grau clínico significante.

Segundo Krystal, “Esses dados nos mostram que precisamos ter precaução ao endemonizar antidepressivos como meramente placebo, mas eles levantam uma preocupação de que algumas pessoas estão melhor tomando placebo do que os antidepressivos que estão sendo prescritos.”

antidepressivo placebo

E o que outros cientistas, como Irving Kirsh, alegam é que não se pode saber quem vai piorar com a medicação.

Diante desse quadro, é saudável colocar os pacientes em risco ou optar por outros tipos de tratamentos?

A Grã Bretanha respondeu  às evidências científicas mudando seu procedimento de tratamento da depressão.

Eles estão usando terapia e exercício físico, que cientificamente se mostraram tão eficazes na melhora dos pacientes quanto os antidepressivos que NÃO SÃO PLACEBOS.

ATENÇÃO: Se você toma remédio e tá melhor, ótimo! Sorte a sua, continue. Se você piorou e quer parar a medicação JAMAIS PARE DE REPENTE e por conta própria! É muito perigoso!!! Só páre seus medicamentos com acompanhamento médico, porque é preciso haver um desmame, já que essas drogas são muito fortes.

Outros psicotrópicos

E os outros remedinhos pra cachola, tipo os tranquilizantes da vida a la Rivotril (clonazepan)? Clonazepan causa dependência física e psicológica.

E os antipsicóticos que tantos borderlines e bipolares tomam?

A respeitada pesquisadora, psiquiatra e neurocientista Nancy Andreasen disse o seguinte para o jornal  New York Times: “O córtex pré-frontal não obtém o que precisa e vai sendo fechado pelos medicamentos. Isso reduz os sintomas psicóticos. E faz também com que o córtex pré-frontal se atrofie lentamente.”

Traduzindo: diante das pesquisas que Nancy publicou juntamente com seus colegas, há indícios de que o uso de antipsicóticos está associado ao encolhimento do cérebro.

cérebro encolhido

E o que eles descobriram é que essa desgraça está diretamente relacionada à dose e à duração do tratamento com os antipsicóticos.

Epidemia Iatrogênica – é de comer?

O que indigna cientistas idôneos é que essa lambança de medicamentos para cachola, tipo antidepressivos, está causando o que eles chamam de epidemia iatrogênica. 

Hein? É de comer?

Iatrogenia é uma doença causada como resultado de um tratamento médico.  

Ou seja, muitas disfunções cerebrais estão sendo causadas pelo uso generalizado dos novos antipsicóticos, como o Zyprexa, que provoca graves efeitos colaterais.

Mas, mais uma vez ATENÇÃO: Jamais páre suas medicações de repente e por conta própria! É muito perigoso!!! Só páre seus medicamentos com acompanhamento médico, porque é preciso haver um desmame, já que essas drogas são muito fortes.

O que fazer com essa informação?

Se torne impaciente, questione seus médicos, leve conhecimento para eles. E busque aplicar no seu tratamento a abordagem da Medicina Integrativa.

Devore anamariasaad que você encontrará diversos caminhos para a saúde!

E se os remédios estão lhe fazendo bem, ótimo! Use-os pelo tempo necessário, porque cada caso é um caso.

Combine-os com técnicas que geram saúde e mande ver.

É isso lindeza, e agora me diga nos comentários abaixo:

Você toma medicamentos? Quais? Há quanto tempo? Você está melhor com eles? Tem efeito colateral? Quem te prescreveu? Você questiona seu médico sobre isso? Você já experimentou combinar tratamentos? Mudar seu estilo de vida?

Me conta sua experiência nos comentários abaixo, lembre que aqui já somos uma comunidade onde pessoas vem buscar conforto, conhecimento e inspiração, logo sua vivência pode ser exatamente o que alguém precisa pra se sentir confortado e compreendido.

IMPORTANTE: compartilhe seus pensamentos e experiência diretamente nos comentário. Links para outros posts, vídeos, etc, serão deletados porque são identificados como spam.

Gracias por nos visitar!

E lembre que bost#@s acontecem na vida, faz parte e você não tem controle sobre isso. Mas você pode controlar o modo de encarar essa merd#@ toda. Eu te convido a usá-la como adubo para seu crescimento interno, topa o desafio?

Fotos: Charlieaja – Happy Pill, Domínio Público (pílulas açucar), Divulgação (Irving Kirsh)

Gifs: Feitos por amigos

Categorias: Cura

Ana Maria Saad

Te ajudo a vidar e não só sextar através do Método Rituario (Ritual Diário de DETOX MENTAL). Aprenda a meditar mesmo se sua mente não para 👽

12 comentários

Gislaine · 30 de abril de 2016 às 00:56

Olá Ana, desde janeiro do ano passado eu iniciei tratamento medicamentoso (sertralina 50 mg) a proposta era toma-lo durante um ano. No início do tratamento tive alguns efeitos colaterais que dentro de um mês sumiram como informou meu médico, daí em diante obtive melhoras, estava num estágio complicado da fobia social e depressão, com o remédio minha vida deu uma boa melhorada. Com o passar do tempo, comecei a esquecer de tomar remédio, mesmo com o alarme diário no celular, no começo ficava cerca de dois dias depois voltava, até que chegou o dia q não tomei mais, o pior, por conta própria. Esse meu esquecimento foi ocasionado pelo meu descontentamento, uma vez que não conseguia ir atrás de uma terapia ou outro tratamento que me ajudasse. Resultado, fiquei um mês muito muito mal, sem sair de casa, mal saia da cama; com a volta às aulas fui melhorando. Eu já estava passando de três em três meses devido a minha “melhora” no médico, depois que parei sozinha com o medicamento não voltei mais lá, medo de ser julgada sei lá. Eu sinceramente acredito que posso melhorar sem o remédio, utilizar da medicina Interativa e tudo. Estou insegura demais, não devia ter parado dessa forma, mas quero experimentar outros tratamentos e combiná-los. Já achei uma profissional fora da cachola na minha cidade estou criando coragem para iniciar o tratamento em maio. Não sei se estou no caminho certo. Obrigada por me ajudar ❤

Mariflor (falso) · 21 de março de 2016 às 16:14

Oi Ana, tomo quetiapina 200mg e 150 de bup, há 1 ano, quando tive um episódio de hipomania, com alguma piscose (medo, ansiedade, pânico, irritabilidade, pensamento acelerado, desconfiança geral). A médica receitou 300mg, mas só tomo 200. Melhorou na fase aguda, estava bastante ruim. O dia que outra psiquiatra disse categoricamente: “você vai tomar remédio o resto da vida”, eu a repreendi na cara. Eles se acham meio deuses. Desde então, tenho pesquisado muito o assunto e foi assim que acabei encontrando você e sua Ong, que tem me ajudado e inspirado. O remédio ajudou no início, mas não aceito essa idéia de estar escrava a ele o resto da vida, pq concordo com a matéria em gênero, número e grau. Acho que essas drogas, afetam sim o nosso cérebro, o cognitivo, a gente fica meio boba, passiva, tanto faz, sei lá, mas afeta. Como faço pra descobrir se esses dois “medicamentos” são placebo, se são sérios seus estudos.
Como o diagnóstico que me deram é de bipolaridade II (mais distimia, depressão maior), vc acha que poderei ficar sem essa drog@ de drog@s?
Estou me mexendo, sabe? Me peguei pra criar, estou fazendo exercícios 5x por semana, uma meditação cristã (oração centrante) 2x por dia, e estou começando a trabalhar a meditação mindfulness (estar presente no aqui e no agora) pelo menos na hora de comer (como em 5 minutos).
Obrigada, não desistam.

    Ana Maria Saad · 22 de março de 2016 às 09:31

    Mariflor, meu amor! Olha, fico muito feliz de ver seu depoimento, pq vejo como a consciência é a grande parte da mudança. Vc está certíssima, a médica não é a dona da verdade e não existe isso de estar condenado ao resto da vida a nada. O ser humano está em transformação o tempo inteiro, então fique tranquila, quando fazemos a nossa parte (pq isso sim é o mais importante) a cura é caminho certo. Então a nossa base aqui do Club da cachola da ONG é o exercício físico, a meditação, o yoga, a medicina integrativa e o ritual diário de higiene mental. Alguns deles como vc disse vc está fazendo e parabéns, siga com eles pois este é o caminho, pq é preciso mudar o estilo de vida e cuidar de si mesmo, como vc tem feito.

    Te convido a não se ater se o medicamento tem estudo confiável, se é placebo, etc. Convido você a buscar combinar diferentes tratamentos e não se limitar ao medicamento (medicina integrativa – vc é o protagonista da sua cura e o ser humano deve ser tratado por inteiro, corpo, mente e espírito). Isso é recomendação de profissionais sérios: vc deve acreditar e confiar na sua ferramenta de cura. Isso é parte valorosa do processo. Então se vc não confia no medicamento ou se ele não te faz bem, pq não buscar outras alternativas? Pq existem! Agora, se o medicamento fizer parte do seu tratamento neste momento e estiver te ajudando, ótimo, só não se limite a ele, continue fazendo oq tem feito e busque uma boa terapia (holística, transpessoal ou bioenergética são as linhas que indico pois tratam o ser humano por inteiro e descortinam o subconsciente). Baixe nosso guia aqui e veja as dicas que trazemos de onde buscar tratamentos dentro destas abordagens: anamariasaad.com.br/inscreva

    Veja tbm este vídeo pois fala de yoga e mecanismos naturais que vc pode buscar pro seu tratamento: http://www.anamariasaad.com.br/depressao-recaidas-saiba-como-evitar/
    Se tiver mais alguma dúvida sobre estas questões e como a ONG pode ajudar, só me escrever novamente. Mas vc está no caminho, só precisa encontrar as ajudas certas! Um beijo Mari!

Luana - nome falso · 14 de janeiro de 2016 às 12:00

Olá.
Entrei na menopausa em julho de 2013.
Com ela veio uma insonia terrível e uma paixão
Proibida e que não foi correspondida; o que me
Levou a um destrambelho emocional terrível!
Chorava, emagreci 8 quilos (tinha que ter
Algo de bom nisso tudo, ne?), e ao mesmo tempo
ficava eufórica.
Resolvi procurar ajuda com psiquiatra e ele
me diagnosticou como bipolar.
Comecei com litio, queatipina pra dormir.
Melhorei sim, porém fui engordando e o meficamento
queatipina depois de 6 meses não fez mais
efeito.
Além do litio me deu hemitartarato de
zolpidem para dormir.
Foi horrível, pois mexia demais com minhas
emoções; ficava irritada, triste, pensamentos
e sentimentos negativos.
Tirou o litio e me deu ácido valproico e rivotril.
Rivotril fez efeito por 3 meses pra dormir e mesmo
assim, não dormia muito bem.
O psiquiatra tirou o rivotril e passei a tomar
Citalopram 20 mg e lamotrigina.
Ainda não durmo bem! Tenho pesadelos!
Acordo cansada, com dores no corpo!
Marquei em fev/16 uma homeopata.
Quem será que faz o desmame? O psiquiatra
ou a homeopata faz à medida que vou
tomando os remédios homeopáticos?
Adoro reiki, passe espirita, acupuntura,
Oração, meditacao, massagem relaxante,
terapia psicologica. Já fiz tudo isso mas esbarro
na questão financeira e na INDISCIPLINA.
Quando faço reiki durmo bem e não tenho
pesadelos!!!!
É ou não é uma questão de energia?
Fazendo uma auto-análise conclui que
desde criança (que tambem fui abusada
sexualmente – um tio mostrou o pênis pra
mim ao me levar pro banheiro; e um outro
tio passou o pênis na minha minha vagina),
tenho traços de bipolar.
Mas quero e amo tratamentos alternativos!
Resisti muito pra aceitar esse diagnóstico
e pra tomar estes medicamentos (tomo desde
31/março/14); e agora morro de medo
de para de tomar.
Nas minhas crises de euforia torno-me
sensual, falante demais, erotizada, quero
conquistar, ser desejada, e admirada por
um homem (aquele que eu escolho).
Sou muito feluz no meu segundo casamento
e meu marido é maravilhoso.
Mas tenho medo de mim mesma, pois sem
motivo apaixonei-me por um vizinho que nem
congheco bem!!!
Perco a noção do perigo e do ridículo.
Chega por aqui.
Espero que você me de uma respista.
Grata Ana pelo seu maravilhoso trabalho.

    Ana Maria Saad · 29 de janeiro de 2016 às 16:24

    Oii Luana, olha só pelo seu relato já posso te dizer uma coisa: a origem de todos esses sintomas está numa infância de abuso. Começa por aí. Se vc vai num psiquiatra que não quer te ouvir, saber da sua história, só tasca remédio, que nada adiantam, fuja dele, pois ele não é um profisisonal atualizado , no mínimo. O remédio só faz efeito quando mt bem aplicado e em alguns casos, mas principalmente ele não vai resolver seu problema, vc precisa de uma boa terapia pra te ajudar a entrar em contato com a sua história, seus traumas e ir entendendo pq vc está manifestando esse comprtamento agora. Muitas vezes não é questão de doença, meu amor, mas sim de autoconhecimento. Então se vc tem afinidade com técnicas alternativas, busque. O ideal seria necontrar um bom psiquiatra que saiba te orientar quanto ao uso do correto remédio, mas SEMPRE associado com outras terapias e mudança de estilo de vida (vc já sabe que se meditar e aplicar reiki, que nao tem nennhum efeito colateral, vc dorme bem, pq continuar com rivotril que só traz efeitos colaterai pra vc??). Então se inscreva nesse guia “2 macetes para melhorar de vez- e o melhor – sem se entupir de remédios que elaboramos para ajudar pessoas como você que não sabem por onde começar. se achar que a ONG pode te ajudar, volte e entrar em contato, pois podemos te ajudar nessa questão da disciplina, temos um programa online só para isso! Força na peruca!
    Clique aqui: anamariasaad.com.br/inscreva
    Essa aula aqui tbm vai te ajudar a entender pq uma infância de abuso é a origem de mt transtornos: http://www.anamariasaad.com.br/cura-da-depressao-bipolaridade-borderline-etc/

Telma · 10 de outubro de 2015 às 18:27

Olá s todos. Tomo elontril e clamed. Sabem algo sobre eles? Se são placebo?

Carla · 30 de julho de 2015 às 16:34

Estou com transtorno de pânico dede o final de abril, algo que veio com um quadro de ansiedade generalizada por causa do trabalho e da vida pessoal. No início, pensava que estava com alguma doença grave, todos os sintomas que sentia como dormência, fisgadas, pontadas no peito etc me fizeram ficar com mais medo. Fui ao cardiologista e não tenho nada. A partir daí, parece que piorei, descobrir que aquilo que sinto é de fundo psíquico e emocional não foi fácil. Logo busquei terapia, está sendo muito bom, estou aceitando o problema e quando tenho crises, não me desespero. Não fui a um psiquiatra, mas alguns médicos, sabendo do meu quadro, me receitaram Rivotril sublingual e hoje o neurologista me receitou Tolrest. Esse post foi fenomenal, pois me informei e vi que seria uma grande roubada eu começar a tomar essa medicação. O tolrest é à base de sertralina, a mesma substância do Zoloft que foi considerado um placebo!!!

O único remédio que tomo é o Sintocalmy, de passiflora para dormir, mas confesso que antes de ler esse post e outros, já estava tentada a passar no psiquiatra para tomar algum antidepressivo.

Fico feliz em descobrir a Medicina Integrativa, eu sem saber, comecei a fazer algumas atividades que estão me ajudando com a ansiedade: tai chi, alguns relaxamentos em casa, terapia e terapia morfoanalítica, que privilegia o corpo!

Me inscrevi no congresso MeDISmente, estou super curiosa para aprender mais. Quando tiver oportunidade, farei a Super Di.

O momento não é fácil, fazer terapia é bom, mas temos que lidar com coisas que afloram e te deixam muito triste!!! É tanta coisa da infância, tanta tristeza e medo que foram encobertos!! Um dia eles voltam e vem bater à nossa porta, ou no nosso corpo. Mas disso tudo, eu tirei a certeza de que vou superar essa fase.

Este site tem me ajudado muito, sobretudo no que tange a questão do conhecimento e da auto-educação. Parabéns pelo trabalho, e sinceramente, muito obrigada!!!

    Ana Maria Saad · 30 de julho de 2015 às 23:38

    Carla,

    Quando li sua mensagem, me emocionei, pois vc personificou tudo o que desejo com esse site: levar conhecimento pra que cada um busque gerar saúde, porque é possivel.

    Tenho certeza que com sua vontade e determinação vc vai conseguir faxinar toda essa sujeira do passado. Porque até mesmo ela, deve ser honrada, pois fez parte da sua vida…

    Manda ver guerreira, que vc ainda vai usar toda essa mer#@ do passado como adubo pro seu crescimento interior!

    conta comigo

    obrigada!

    bjoka

Fabrício · 8 de julho de 2015 às 20:28

Olá Ana,

Gostei muito das informações.

Confesso que muitas vezes ficava desesperado e tomava doses à mais dos remédios. Era como se eu quisesse acabar com o sofrimento, com a vida!

Desde 2003, já venho tomando vários tipos de medicamentos, mas retornei tem 1 mês e alguns dias ao Psiquiatra, pois estava tomando 2 remédios por conta própria.

Atualmente tomo:
– Frontal (Alprazolam) —> Tempo: 10 anos
– Zolpidem —> Tempo: 2 anos
– Pondera (Paroxetina) —> Tempo: 1 mês e poucos dias
– Orap —> Tempo: 1 semana

Senti piora com a inclusão do antidepressivo Pondera (Paroxetina) e ultimamente estou sentindo piora na depressão, insônia, isolamento, fadiga crônica, agonia, ansiedade extrema, irritabilidade e quando me irrito tenho vontade de cortar os pulsos, de por fim à vida!

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