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remedios sao drogas

O que os médicos e os traficantes tem em comum? Ambos lidam com drogas.

Os traficantes estão conscientes de que vendem porcarias que detonam a saúde. Já os médicos ingenuamente acreditam que suas drogas sempre estão a salvá-la.

E por quê? Porque os médicos são treinados nas universidades para canetar remedinhos para a população.

Essa é a nossa mentalidade. “Se o médico prescreveu então é seguro, afinal a Anvisa aprovou, e antes dela o órgão americano FDA (Food and Drug Administration) também verificou que é seguro, e os americanos sabem o que fazem, então tá tudo certo.” #Sóquenão.

Diversos remédios, como o anti-inflamatório Vioxx, já foram colocados no mercado, mataram algumas centenas de milhares de pessoas e depois foram retirados de circulação.

remedio é droga

Sinto muito te desiludir, mas não é porque o FDA aprova algo que estamos seguros.

O FDA, assim como os nossos pais e os presidentes, também faz algumas cagadas, porque essa entidade é comandada por seres humanos, e nós humanóides somos falíveis, assim como os ETs e os elfos.

Ciência Picareta

E quem pode explicar melhor sobre isso tudo?

Ben Goldacre, um Acadêmico em Epidemiologia e Médico formado na prestigiada universidade de Oxford, autor de best sellers como o livro “Ciência Picareta e Bad Pharma.

Ben Goldacre com seu delicioso humor sarcástico, típico dos britânicos, analisa minuciosamente: afirmações científicas desonestas feitas por jornalistas; relatórios governamentais duvidosos; empresas farmacêuticas; empresas de Relações Públicas e Charlatães.

Então ele não ataca só remédios como os antidepressivos e reguladores de humor, tá!

Ele também ataca a homeopatia e o mundo das terapias alternativas e complementares, das quais sou uma ENTUSIASTA. Mas sou mais entusiasta ainda do CONHECIMENTO.

Acredito que temos que saber como as coisas funcionam para então escolher de forma consciente como queremos tratar nossa saúde.

remedios

Homeopatia – como funciona?

Quando me deparei com as declarações de Ben Goldacre sobre a homeopatia achei bem interessante, porque eu mesma melhorei de sintomas graves da depressão com a homeopatia de um determinado médico.

O que Ben Goldacre explica é que os remédios homeopáticos provem de uma super diluição de substâncias e que quando testados, seguindo o método científico para os remédios, eles não tem sua performance melhor do que as pílulas de açúcar.

Karrrrma, como é isso?

Para testar se um remédio funciona ou não, pega-se um grupo de pessoas com problema de saúde e divide-se esse grupo em 2. Uma metade toma o remédio de fato e outra metade, SEM SABER, toma um remédio de mentira.

No caso da homeopatia, uma metade toma pílula de açúcar e a outra metade toma as pílulas homeopáticas.

Segundo Ben Goldacre, de acordo com as evidências dos estudos, em geral ambos grupos tem o mesmo resultado, ou seja, quem toma os remédios homeopáticos não melhora mais do que quem toma as pílulas de açúcar.

Mas por quê algumas pessoas, como eu mesma, melhora então com a homeopatia e até mesmo com os florais?

Talvez por causa do efeito placebo, que é cientificamente comprovado e usado para testar medicamentos.

Twittável: "O novo sempre despertou perplexidade e resistência" 
Freud @anamariasaad

antidepressivo placebo

O que é o efeito placebo?

É quando as pessoas melhoram ao tomar um remédio que não tem droga alguma, tipo uma pílula de açúcar.

As pessoas melhoram porque acreditam e esperam que vão melhorar, além de confiar em quem prescreve aquele remédio.

O efeito placebo é muito estudado. A comunidade científica sabe que duas pílulas falsas tem mais efeito do que apenas uma, mesmo que ambas não contenham droga alguma.

Uma injeção de solução inofensiva pra tratar a dor é mais efetiva do que uma pílula de açúcar, mesmo que não haja qualquer droga ativa em nenhuma técnica. Um médico que finge operar um paciente pode lhe curar de problemas físicos, mesmo sem ter de fato feito a operação.

E por que isso? Porque nossa mente é poderosa!

Se não sabemos que aquilo é falso, melhoramos. Mas a questão que Ben Goldacre coloca é se: “é correto enganar os pacientes pra que eles melhorem”.

No meu caso, eu prefiro ser enganada com uma pílula que não terá efeito colateral no meu corpinho, e melhorar. Mesmo porque, o que se tem dito sobre alguns antidepressivos com fortes efeitos colaterais é que eles tem apenas o efeito placebo.

Que zona, né! A ciência tá toda bagunçada, aff!

ciência - einstein

Ciência pra quê?

Lembre que ciência existe para melhorar nossas vidas e não como um fim em si mesma.

Ela é apenas um meio de nos ajudar a viver melhor e evoluir.

Ela é apenas mais um modo de se adquirir conhecimento. Há OUTROS MEIOS tão importantes quanto a ciência, como a arte e a filosofia, por exemplo.

Então ABRA SUA CABEÇA para os conhecimentos do mundo!

Te deixo com essa palestra do TED maravilhosa: “O que os médicos não sabem sobre os remédios que eles prescrevem” de Ben Goldacre onde ele vai a fundo no modo como o FDA aprova os medicamentos e alerta que os médicos, assim como ele no passado, estão sendo enganados (a transcrição da palestra está no final desse post):

É isso lindeza, e agora me diga nos comentários abaixo:

Você toma medicamentos? Quais? Há quanto tempo? Você está melhor com eles? Tem efeito colateral? Quem te prescreveu?

Me conta sua experiência nos comentários abaixo, lembre que aqui já somos uma comunidade onde pessoas vem buscar conforto, conhecimento e inspiração, logo sua vivência pode ser exatamente o que alguém precisa pra se sentir confortado e compreendido.

IMPORTANTE: compartilhe seus pensamentos e experiência diretamente nos comentário. Links para outros posts, vídeos, etc, serão deletados porque são identificados como spam.

Gracias por nos visitar!

E lembre que bost#@s acontecem na vida, faz parte e você não tem controle sobre isso. Mas você pode controlar o modo de encarar essa merd#@ toda. Eu te convido a usá-la como adubo para seu crescimento interno, topa o desafio?

Gifs: Feitos por amigos
Foto: pílulas de açúcar - domínio público

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Gostou?

Transcrição da palestra de Ben Goldacre: “O que os médicos não sabem sobre as drogas que eles prescrevem”

“Oi, então, esse cara aqui, acha que pode prever o futuro Seu nome é Nostradamus, apesar do sol ter feito ele parecer com o Sean Connery . (Risos)

0:22 E como a maioria de vocês, suspeito, não acredito realmente que pessoas podem prever o futuro. Não acredito em premonição e de vez em quando ouvimos que alguém foi capaz de prever algo que aconteceria no futuro e provavelmente foi puro acaso e apenas ouvimos sobre acasos e sobre os loucos.

Não sabemos de todas as vezes que as pessoas erraram. Esperamos que isso aconteça com histórias bobas sobre premonição, mas o problema é temos o mesmo problema na academia e na medicina, e nesse meio isso custa vidas.

0:55 Primeiro, pensando apenas na premonição, parece que no ano passado um pesquisador chamado Daryl Bem conduziu uma pesquisa em que achou evidências de poderes precognitivos em estudantes de graduação e isso foi publicado em uma revista acadêmica revisada pelos pares e muitos dos que leram isso disseram: “ok, bem, justo, mas acho que é acaso, isso é uma loucura, porque eu sei que se fizesse um estudo em que não achasse evidência que estudantes de graduação tinham poderes precognitivos provavelmente não seria publicado numa revista.”

E de fato, sabemos que é verdade, porque vários grupos diferentes de cientistas pesquisadores tentaram reproduzir os achados desse estudo precognitivo e quando o submeteram a mesmíssima revista, a revista disse: “Não, não estamos interessados em publicar cópias. Não estamos interessados nos seus dados negativos.”

Então, isso é evidência de como, na literatura acadêmica veremos uma amostra parcial do real cenário de todos estudos científicos que foram realizados.

1:52 Mas isso não acontece só no árido campo acadêmico da psicologia. Também acontece, por exemplo, com a pesquisa de câncer. Assim, em março de 2012, há apenas um mês, alguns pesquisadores relataram na revista Nature como eles tentaram reproduzir 53 diferentes estudos científicos básicos observando potenciais alvos para o tratamento de câncer, e dos 53 estudos, eles foram capazes apenas de reproduzir seis com sucesso.

47 dos 53 não conseguiram reproduzir. E na discussão deles, eles dizem que provavelmente é porque os loucos são publicados. As pessoas farão diferentes estudos, e no caso de funcionar serão publicados, e aqueles que não funcionarem, não serão.

A primeira recomendação sobre como consertar esse problema, pois é um problema que nos coloca a todos em beco sem saída, a primeira recomendação deles para consertar esse problema é tornar mais fácil a publicação de resultados negativos na ciência e mudar os incentivos, para que os cientistas sejam encorajados a postar mais seus resultados negativos.

2:58 Mas isso não acontece apenas no árido terreno da pesquisa cientifica, básica e pré clinica, do câncer.Também acontece na medicina acadêmica verdadeira, de carne e osso.

Assim, em 1980 alguns pesquisadores fizeram um estudo sobre uma droga uma chamada lorcainida, essa era uma droga contra arritimia, uma droga que suprime ritmos cardíacos anormais, e a ideia era, depois que as pessoas tivessem um ataque cardíaco, elas provavelmente teriam arritmia cardíaca, assim se dermos a elas uma droga que os suprime isso irá aumentar a chances delas sobreviverem.

Logo no começo do desenvolvimento, eles fizeram um pequeno teste, com apenas 100 pacientes. 50 usaram lorcainida e desses 10 morreram. Os outros 50 tomaram um placebo de açúcar com nenhum ingrediente ativo, e apenas 1 morreu. Assim, eles entenderam que a droga era um fracasso, e seu desenvolvimento comercial foi interrompido, e por isso o teste nunca foi publicado.

3:54 Infelizmente, ao longo dos próximos 5, 10 anos outras empresas tiveram a mesma ideia que drogas podem prevenir arritmias naqueles que já tiveram um ataque cardíaco. Essas drogas foram comercializadas.

Prescritas amplamente já que ataques cardíacos são muito comuns, e levamos muito tempo para descobrir que essas drogas também aumentavam a taxa de mortalidade e antes de detectarmos esse sinal de segurança, mais de 100.000 pessoas morreram desnecessariamente nos Estados Unidos da prescrição de drogas contra arritmia.

4:30 Bom, na verdade, em 1993, os pesquisadores que fizeram o estudo em 1980, o primeiro deles publicaram uma mea culpa, uma desculpa à comunidade científica, na qual diziam: “Quando fizemos nosso estudos nos anos 80 pensávamos que a taxa crescente de mortalidade que ocorreu no grupo da lorcainida era um efeito do acaso.”

O desenvolvimento da lorcainida foi abandonado por motivos comerciais, e esse estudo nunca foi publicado; agora é um bom exemplo de uma publicação tendenciosa. Esse é o termo técnico para o fenômeno em que informação desagradável se perde, não é publicada, é deixada pra trás, eles dizem que os resultados descritos aqui “podiam ter dado um alerta inicial dos problemas por vir”

5:10 Estas são histórias da ciência básica. São histórias de 20, 30 anos atrás. O meio de publicação acadêmica está muito diferente, hoje.

Há revistas acadêmicas como “Testes” a revista de acesso livre,que publica qualquer teste conduzido em humanos independente se o resultado foi positivo ou negativo. Mas este problema de resultados negativos que são abandonados ainda é muito presente. Na verdade é tão presente que ele vai ao centro da medicina baseada em evidências.

Essa é uma droga chamada reboxetina, uma dessas que eu mesmo já prescrevi. É um antidepressivo. E eu sou um médico muito nerd, então já li todos os estudos que pude sobre essa droga.

Li o único que foi publicado que mostrava que reboxetina era melhor que placebo, e li outros três que foram publicados que diziam que reboxetina era boa como qualquer outro antidepressivo, e porque esse paciente não tinha se dado bem com outros antidepressivos, pensei, “bom, reboxetina é bom como os outros, vamos tentar.”

Acontece que eu estava enganado. Na verdade, vários testes foram conduzidos comparando reboxetina com um placebo de açúcar.

Um deles foi positivo e publicado, mas seis outros foram negativos e nunca publicados. Três testes publicados comparando reboxetina a outros antidepressivos, nos quais ela era tão boa quanto outros foram publicados, mas outras três vezes o número de pacientes cuja informação foi positiva, mostrou que a reboxetina era pior que qualquer desses outros tratamentos, e tais testes não foram publicados.

Eu me senti enganado.

6:44 Agora, vocês podem pensar, bem, esse é um exemplo muito incomum, e eu não gostaria de ser culpado por esse mesmo tipo de referenciação seletiva e falaciosa da qual estou acusando outras pessoas. Mas acontece que esse fenômeno de publicações tendenciosas tem sido, na verdade, muito bem estudado.

Bom, eis um bom exemplo de como abordá-lo. O modelo clássico é, você pega um monte de estudos em que você sabe que eles foram realizados e completados depois você verifica se eles foram publicados em algum lugar na literatura acadêmica.

Assim se pegou todos os testes que foram conduzidos sobre antidepressivos que foram aprovados num período de 15 anos pela FDA. Pegaram todos os testes que foram submetidos à FDA como parte do pacote aprovado. Assim, esses não são todos os testes que foram conduzidos sobre essas drogas, porque nunca saberemos se os temos, mas são aqueles que foram realizados pra que se conseguisse a autorização de marketing.

Depois fomos ver se esses testes foram publicados na literatura acadêmica revisada pelos pares. E isso foi o que eles acharam. Era mais ou menos 50-50. Metade desses testes foram positivos, metade negativos, na verdade. Mas quando olharam esses testes na literatura acadêmica revista pelos pares, o que eles acharam foi um quadro diferente.

Apenas três dos testes negativos foram publicados, mas todos menos um dos positivos foi publicado. Agora, se apenas reanalisarmos esses dois podemos ver uma espantosa diferença entre a realidade e o que os médicos, pacientes, membros da comissão do serviço de saúde, e acadêmicos foram capazes de ver na literatura acadêmica revisada pelos pares.

Fomos enganados, essa é uma falha sistemática no centro da medicina.

8:18 Na verdade, houve tantos estudos realizados sobre publicações tendenciosas, mais de cem, que eles foram recolhidos em uma revisão sistêmica, publicada em 2010, que analisou cada um dos estudos sobre publicações tendenciosas que puderam achar.

Publicações tendenciosas afetam cada área da medicina. Cerca de metade desses testes, em média, se perdem em combate e sabemos que é duplamente mais provável que achados positivos sejam publicados que os negativos.

8:45 Esse é um câncer no centro da medicina baseada em evidências. Se eu jogasse uma moeda 100 vezes depois escondesse de vocês os resultados de metade das vezes, poderia fazer parecer que eu tinha um moeda que sempre dá cara.

Mas isso não significaria que eu tenho uma moeda com duas caras. Isso significaria que eu era um espertinho e você um idiota por me deixar sair com esta. (Risos) Mas isso é exatamente o que cegamente toleramos em toda a medicina baseada em evidências.

E pra mim, esse é um erro da pesquisa. Se eu realizasse um estudo e escondesse metade da informação desse estudo,vocês acusariam-me, corretamente, essencialmente de pesquisa fraudulenta.

E ainda, por algum motivo, se alguém realizar 10 estudos, mas só publicarem os 5 que possuem o resultado esperado, não consideramos que isso é erro de pesquisa. E quando essa responsabilidade é difundida por toda uma rede de pesquisadores, acadêmicos, patrocinadores industriais, editores de revistas, por algum motivo achamos que é mais aceitável, mas o efeito nos pacientes é devastador.

9:53 E isso está acontecendo agora mesmo, hoje. Essa é uma droga chamada Tamiflu.

Tamiflu é a droga na qual os governos de todo o mundo gastaram bilhões e bilhões de dólares no armazenamento, e estocamos pílulas de Tamiflu em pânico, na crença de que iria reduzir a taxa de complicações da influenza. Complicações é um eufemismo médico para pneumonia e morte. (Risos)

Agora, quando os revisores sistêmicos de Cochrane tentavam juntar toda a informação sobre os testes que foram realizados acerca do fato do Tamiflu fazer isso ou não, eles acharam que muitos destes testes não foram publicados.

Os resultados não estavam disponíveis para eles. E eles começaram a obter as descrições destes testes por diversos meios, por meio de solicitações ao Ato de Informação Livre, incomodando diferentes organizações, o que eles acharam foi inconsistente.

E quando tentaram compreender os relatórios dos estudos clínicos, o documento de 10.000 páginas que tem a melhor interpretação possível da informação, lhes foi dito que não lhes era permitido tê-lo. E se quiserem ler a correspondência completa e as desculpas e explicações dadas pela indústria farmacêutica, podem vê-la escrita na edição dessa semana da PLOS Medicina.

11:10 A coisa mais surpreendente de tudo isso, pra mim, é que isso não só é um problema, não apenas reconhecemos que é um problema, mas temos que aguentar as falsas soluções. Temos pessoas que fingem que esse problema foi resolvido.

Primeiro de tudo, temos registros de testes, e todos disseram, “ah, certo. Faremos todos registrarem seus testes, eles postaram o protocolo, dirão o que farão antes de fazer, e depois seremos capazes de checar e verificar se os testes que foram realizados e completados foram publicados.”

Mas as pessoas não se incomodaram em usar tais registros. Daí, o Comitê Internacional de Editores de Revistas Médicas veio dizer “ah, certo, nós faremos o filtro. Não publicaremos em nenhuma revista, nenhum teste a não ser que ele tenha sido registrado antes de começar.”

Mas eles não o fizeram.

Em 2008, um estudo foi realizado que mostrava que metade dos estudos publicados pelas revistas editados pelos membros da ICMJE não foram devidamente registrados e um quarto deles não foram registrados de forma alguma.

E finalmente, a Emenda da FDA foi aprovada há alguns anos, dizendo que todos que realizarem um teste devem postar os resultados dentro de um ano. E a primeira edição de Janeiro da BMJ em 2012, vocês podem ver um caso que verifica se as pessoas cumpriram essa regra, e acabou que apenas 1 de cada 5 o fizeram.

12:25 Isso é um desastre. Não podemos saber o verdadeiro efeito dos medicamentos que prescrevemos se não tivermos acesso à toda informação.

12:38 E isso não é um problema difícil de resolver. Precisamos forçar as pessoas a publicar todos os testes realizados em humanos, incluindo outros testes, porque a Emenda da FDA apenas obriga a publicação dos testes realizados depois de 2008, e eu não sei que mundo é esse em que nós estamos praticando a medicina com base apenas em testes completados nos últimos 2 anos.

Precisamos publicar todos os testes em humanos, incluindo testes mais antigos para todas as drogas em uso e vocês precisam dizer a todos que conhecem que isso é um problema que ainda não foi resolvido.

Muito obrigado. (Aplausos)”

Categorias: Cura

Ana Maria Saad

Te ajudo a vidar e não só sextar através do Método Rituario (Ritual Diário de DETOX MENTAL). Aprenda a meditar mesmo se sua mente não para 👽

6 comentários

Gleides Rosa de Jesus Silva · 28 de abril de 2016 às 08:24

Ana, sou estudante de psicologia e recentemente concluí um curso de Hipnose. Pude perceber neste curso como nosso cérebro é maleável às nossas crenças, aquilo em que acreditamos tem um enorme poder de se tornar real em nossas vidas. Também acredito que a Terapia, a Análise, tem grande potencial de ajuda, o problema é que estamos numa cultura onde tudo tem de ser resolvido pra “ontem”. No fundo, as pessoas tem medo de encarar seus próprios conflitos, trazer velhas feridas à tona e correm em busca da medicação. Já ouvi psicólogos que dão aula na minha universidade dizer em plena aula que preferem recorrer à medicação do que a terapia. Pasme, mas é real. Temos uma grande luta pela frente.

    Ana Maria Saad · 3 de maio de 2016 às 19:41

    Com certeza, Gleide, vc está certíssima. O sofrimento é uma questão de perspectiva, ele não está nos fatos, mas na interpretação deles. Que legal que vc fez o curso sobre hipnose, se quiser um dia contribuir com este aprendizado nos ajudando a produzir um conteúdo pro blog sobre isso fique à vontade, só nos escrever.
    Em nosso material do Club da Cachola temos uma aula sobre Hipnose com o Fabio Puentes, um dos maiores hipnólogos do mundo e que tem um trabalho no Hospital das Clínicas no centro de controle da dor.

    E juntos somos mais fortes e contribuiremos pra tornar os pacientes mais conscientes! Que mudem os pacientes, se a medicina e a psicologia não mudam, não é?
    Bjoks, grata pela contribuição! =)

Thiago · 24 de fevereiro de 2016 às 15:41

Humm medicamento outra coisa que estou tirando da minha vida. Na recuperação da minha esquizofrenia ou melhor esquizoafetivo, os medicamentos me causavam muitos males. Quando iniciei meu próprio tratamento, fazendo minha própria auto analisa, verifiquei que o medicamento mais me atrapalhava do que ajudava. Resolvi eu mesmo fazer a progressão descontinua da medicação. Tomava 4 mg de risperidona e 900 mg de lítio , distribuídos ao longo do dia. Em 2 em 2 meses fui tirando aos poucos para não causar uma variação brusca no organismo ,( é um droga e drogado deve se tirar aos poucos , como se fosse uma clina de terapia). Faz mais de 2 anos que tomo 0,5 mg de risperidona e 75 mg de liti, estou em processo de retirar de uma vez. Como fiz isso? Auto analise. Comecei deixar meu ceticismo de lado na qual acreditava que os médicos sempre tinham razão e que devo ouvir ele e mais ninguém e comecei a romper essa barreira . Por exemplo a pratica de esporte de forma continua. Nenhum dos médicos que passei recomendou isso. Ler muito e sobre tudo, também nenhum médico recomendou. Terapias alternativas como ir em centro espirita, tomar remédios naturais ( médico não pode recomendar isso , pois não é comprovado cientificamente e pode compromete-los de alguma forma). Hoje sou ateu , não tomo remédios naturais , pratico esporte regularmente , leio muito , estudo muito, preguiça não faz parte da minha vida , esculto vozes mas deixo de lado. Como cheguei nisso ? Experimentando. Talvez ajuda espiritual ajude você ou não , mesma coisa com remédio naturais , pode ajuda ou não , mas precisa experimentar. Como diz a dona do site ” Sai do quentinho da bosta ”. Questão do Placebo , a industria investi mais em propaganda do que pesquisa e desenvolvimento para novos medicamentos , pois com a propagando faz que os usuários da medicação acredite que faz mais efeito. pior faz mesmo. Faz com que eles vendam mais e mais.

    Ana Maria Saad · 14 de março de 2016 às 17:02

    Vc está certíssimo no seu comentário Thiago: cada um deve encontrar o seu caminho e a única autoridade máxima que sabe sobre sua saúde e seu bem estar é vc mesmo. O médico n sabe mais que vc. aliás, encontrar um bom médico hj tá difícil! Acredito que vc esteja no caminho. Veja este vídeo aqui traz mais informaçoes científicas sobre a origem destes transtornos e outras técnicas que vc pode buscar pra ir te ajudando a se apropriar de quem vc é!
    http://www.anamariasaad.com.br/cura-da-depressao-bipolaridade-borderline-etc/

    Um beijo e se achar que a ONG pode te auxiliar nesta etapa estamos à disposição!

MARIA NILDA · 19 de janeiro de 2016 às 21:46

TENHO TOMADO ANTIDEPRESSIVOS HA 5 ANOS E O RESULTADO É UMA MENTE CANSADA E MUITO LENTA.ATE HOJE SINTO VONTADE DE ME SUISIDAR.UMA ANGUSTIA MUITO GRANDE.

    Ana Maria Saad · 27 de janeiro de 2016 às 17:36

    Olá Maria Nilda, meu amor. Infelizmente muita gente toma antidepressivo sem saber que eles não resolvem o problema sozinho e em muitos casos nem são indicados. Se cv ficar somente com o remédio, só vai sentir os efeitos colaterais e não va evoluir no processo de autoconhecimento pra entender o porquê a doença. Por isso é fundamental que vc combine outros tratamentos, faça terapias, mude alimentaçao, exercício físico, yoga, tudo que n’so ensinamos aqui. Vc faz alguma coisa disso? E há casos em que a pessoa realmente nao se adpta aos remédios, o médico precisa estar acompanhando isso e se preocupar com o bem estar do paciente. Se inscreva no link abaixo e pegue o guia “2 macetes para melhorar de vez- e o melhor – sem se entupir de remédios que elaboramos para ajudar pessoas como você que não sabem por onde começar. se achar que a ONG pode te ajudar, volte e entrar em contato! e não se despespere, juntos somos mais fortes e existe saída pra esse sofrimento!
    Clique aqui: anamariasaad.com.br/inscreva
    beijoks!

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