como se matar de modo rapido parte final

No post anterior desta série “Como se matar de modo rápido: o suicídio perfeito parte 4“, eu sei que peguei pesado.

E apesar de você ter visto no meu TED talk a minha cara de pau de expor as mazelas da minha vida (e da minha família), isso não teve o poder de exterminar o SEU MAL ESTAR, né?

E você pode tá pensando:

“Mesmo sabendo que alguém passou por isso, eu continuo não me aguentando mais…”

E como você deve tá desconfiando, esse mal-estar não vai desaparecer do dia pra noite.

Você vai entrar num processo de mergulho na sua própria história e… isso leva um tempo mesmo.

borderline grupos de apoio

Além disso, você também já aprendeu que se chegou nesse ponto extremo de querer se matar, provavelmente isso é só um sintoma de um transtorno mental (depressão, ansiedade, bipolaridade, pânico, borderline, etc).

(Segundo a Organização Mundial da Saúde, esses transtornos da cachola são responsáveis por 90% dos suicídios)

E esse transtorno provavelmente foi causado pelo seu campo familiar denso.

Família: o poço das neuroses

A culpa de  você se sentir mal e inadequado não é sua não!

Se ela existisse seria da sua família, mas não vamos culpar ninguém porque isso só vai atrasar sua vida.

Só que sim, você provavelmente foi vítima. Mas, meu amor, se vitimizar agora não vai amenizar a sua dor nem resolver seu problema. Você pode escolher outro caminho.

O que eu aprendi, e que hoje tenho o maior prazer em compartilhar com você, é que você pode sim mudar de vida e se sentir bem na sua própria pele!

 

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Ser vítima de abuso na infância é bem diferente 
de se vitimizar. Eu sei porque passei!

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Pra agora você já deve tá se perguntando:

“Mas então como continuar vivendo com a família que não me apoia e ainda me causa tanta dor?”

Nesta última parte da série “Como se matar de modo rápido: o suicídio perfeito” te trago:

Este curto episódio da ANA TV  pra te ajudar a lidar com essa questão familiar já!

Apesar de saber isso, ainda me sinto mal

Eu sei bem o que é sentir um mal estar tão grande que dá vontade de sumir de você mesmo e nunca mais voltar, né?

#juntos somos mais fortes

Gif: Feito por amigos
Foto: Still do filme SS de Beauté 
_____________________________________________________________

Com Amor,

Ana Maria Saad

 

Categorias: SintomasSuicídio

Ana Maria Saad

ET em missão na Terra: te empoderar com o Super Di Lifestyle - Você emotionally fit

42 comentários

WAGNER · 14 de outubro de 2016 às 15:21

ESSE BLOG ME CHAMOU MUITA A ATENÇÃO, PRINCIPALMENTE PELOS COMENTÁRIOS, AONDE EU VEJO COMO UMA FAMÍLIA PROBLEMÁTICA PODE AFETAR PARA SEMPRE A VIDA DE UMA PESSOA.
GOSTARIA DE RECOMENDAR UMA HISTÓRIA BÍBLICA (INDEPENDENTE SE VC CRÊ OU NÃO), QUE FALA SOBRE JOSÉ (GENISES CAP. 37 EM DIANTE). MAS POR QUÊ??? PORQUE ASSIM COMO A MAIORIA AQUI, JOSÉ FOI VÍTIMA DE UMA FAMÍLIA IMPERFEITA QUE O FEZ SOFRER MUITO DURANTE TODA A SUA VIDA, E COMO ELE SUPEROU TUDO ISSO E DEU A VOLTA POR CIMA, AONDE PODEMOS OBSERVAR COMO O PERDÃO QUE ELE DEU A SUA FAMILIA FOI FUNDAMENTAL PARA ELE SE LIBERTAR DA MÁGOA E ANGUSTIA QUE ELE SENTIA, POR FAVOR LEIAM, EU CREIO QUE ISSO PODERÁ AJUDÁ-LOS.

Felipe · 4 de outubro de 2016 às 14:15

Eu não tenho nada grandioso pra comentar, só muito obrigado de verdade. Você ajuda muitas pessoas

Bel · 9 de setembro de 2016 às 14:43

Excelente… ler me confortou. Desde criança pensar na morte é meu conforto. Hoje sou adulta e vivo o teatro de ser muito bem na questão de saúde mental, pois sou o suporte de emocional de minha mãe, ainda que não a preferida. Fui relevada por causa de meus irmãos. Fui a criança inconspícua. Mas não levem meu comentário ao negativo. Minha mãe foi e é a melhor mãe e pessoa que conheço. Adulta compreendi suas limitações e a deixei de ver como perfeita…apesar de ser perfeita para mim. Meu pai foi o carrasco e ela buscou de todas as formas suprir suas falhas. Sou plenamente ciente q estou doente, mas carrego isso dentro de mim sozinha. O pensamento de suicídio é superficial, mas existe. Presente, continuo. Mas não consigo enxergar a morte como solução. Em resumo, o caminho eu sei. Trilha-lo que não vejo como possível. Se mostrar fraqueza, sei que alguém que amo muito pode cair. Mas se um lado fraqueja, outro mais consciente luta. Fracassei muitas vezes, luto dia a dia por minha estima, não encontro um caminho que me realize. Mas sigo lutando. E respirando. Sei que isso não ajudara ninguém, porque relendo percebi como sou incoerente. Mas me senti melhor escrevendo. Obrigada

    Mariana Bottan · 12 de setembro de 2016 às 20:47

    Bel, meu anjo, admiro seu amor, mas é importante vc entender que essa pode ser uma relação doente, que está adoecendo vcs ambas. A constelação familiar fala isso: o amor sem consciência é destrutivo. Cada um precisa ocupar o lugar a que pertence e então as coisas estarão em equilíbrio. Qnd viemos de lar disfuncional é comum adotarmos papéis para sermos amados e termos valor. Vc já identificou o seu, agora é preciso buscar sua essência e largar o papel, encontrar o valor por ser quem vc é, e não quem vc acha que os outros precisam que vc seja!

    Uma dica? procure uma constelação familiar pra começar e aprofunde no autoconhecimento, vc só pode trilhar o seu caminho e através da sua transformação transfromar o outro se ele quiser.. vc nao pode trilhar por ngm!
    Este nosso guia pode te ajudar a entender mais sobre os caminhos disponíveis pra se curar desta dor: http://www.anamariasaad.com.br/guia-vencer-a-depressao-e-ansiedade-panico/

    Qlquer dúvida nos escreva! bjoks =)

Alex · 6 de setembro de 2016 às 14:52

Gostei muito do seu post.. Ajudou a perceber que eu preciso de ajuda… Estou sempre a pensar no suicídio.. E não entendo porque. Não me considero uma pessoa fraca estou sempre a lutar.. Mas guardo tudo pra mim sofri abuso do meu padrasto não chegou a penetração mas ainda foi marcante.. E minha mãe não sabia de nada e com o passar do tempo fiz de mim a sua “escrava” ela tinha uma doença na perna e então eu fazia TUDO .. Sentia-me sozinha e sem ninguém ate que conheci alguém essa pessoa ajudou bastante mas parece que fiquei pressa numa relação co-dependente.. E agora me sinto perdida. Eu não quero piorar quero superar isto. Que esta dor acabe antes que seja tarde demais. Quero melhorar, mas quando penso nisso parece uma tontice.. o que há de errado cmg? Porque não posso superar e porque dou tanta importância…

    Mariana Bottan · 22 de setembro de 2016 às 18:16

    Alex, meu anjo, o trauma é tão profundo que por defesa nós minimizamos. Oq vc sofreu foi gravíssimo. nenhuma criança deveria passar por isso e as que passam não saem ilesas. as feridas? sao estas doenças da mente e a vontade de morrer.
    Nao há nd de errado com vc, mas sim em oq fizeram com vc meu anjo.
    O caminho? autoconhecimento, com mt mt mt terapia, com terapeutas humanos que te tratem como um todo.
    Leia este nosso guia, tem bastante info pra te ajudar e indicaçao de terapeutas.
    Onde vc mora? de repente conhecemos alguém pra te indicar
    Nao desista de vc, ter vontade de morrer nao é fraqueza, é apenas um sinal de que há algo mt grave que ocorreu contigo, mas sempre há chance de curarmos! Força, estamos contigo!
    Leia aqui: http://www.anamariasaad.com.br/guia-vencer-a-depressao-e-ansiedade-panico/

Bia · 24 de agosto de 2016 às 14:50

Eu já tentei suicídio uma vez aos 17 ou 18 anos. Nada se encaixava na minha vida. Tinha um relacionamento turbulento com meu pai que sempre foi muito grosso e violento. Cheguei a tomar uma dose exagerada de remédios, minha pressão caiu, me levaram pro hospital e lá tomei soro. Voltei pra casa dormi quase 24hs. Todos me trataram super bem etc. Mas depois voltou td ao normal. Sempre me senti excluída, descobri até que quase fui abortada. Mas provavelmente era gêmea pois houve a perda de sangue e tudo mais que descia em pedacos pela privada mas minha mãe continuou grávida, infelizmente eu nasci. Passou um tempo, sempre tive minhas dificuldades, mas consegui uma bolsa na faculdade e pensei, agora vou poder mostrar o meu valor. Com toda dificuldade consegui terminar a faculdade, estava trabalhando em uma empresa, não no cargo ideal mas trabalhando. Até que a empresa fechou. Eu não imaginava que seria tão difícil arrumar outro emprego. Mas estou há 2 anos sem trabalho, só colocando currículos. Nunca me chamam pra entrevistas. Estou com problemas em casa , meu pai me trata igual um lixo, acha que eu estou assim pq quero, não entende minhas dificuldades. Meus irmãos me ignoram, marcam passeios e me excluem. São unidos mas eu sou a que sobra. As vezes meus pais viajam e eu fico sozinha em casa remoendo minha situação. Ralei tanto para conseguir entrar na faculdade e me formar nunca imaginei estar numa situação dessas. Meu pai me cobra pra pagar contas. Eu não tenho mais ânimo pra nada. Comecei a ficar doente com dores pelo corpo. Não tenho mais energia nem pra levantar da cama. Eu sempre fui boa profissional, sempre elogiada pelo bom trabalho mas agora me sinto inútil. Morando de favor com meus pais, doente com dores, desanimada. Eu sempre ajudei em casa quando trabalhava. Não sou uma pessoa ruim. Até na obra carregando peso eu ajudo de boa vontade. Mas parece que a gente só tem valor pelo que a gente tem. Não pelo que somos. Sou formada em Engenharia de produção, mando currículo até pra auxiliar de produção, limpeza… e não me chamam pra nada. Não sei se é por conta do meu diploma superior que nãome chamam para cargos mais baixos. Eu me sinto uma fracassada, inútil. As pessoas só me apontam o dedo mas ngm me estica a mão pra ajudar. Me sinto triste, só penso em morrer. Juntei umas 7 cartelas de remédios do lado da minha cama, mas tenho medo de tomar esses remédios e ao invés de morrer ficar vegetando numa cama. Estou pensando em pegar umas roupas e ir pra rua andar por aí. ir pra outra cidade tentar a vida, dormir na rua mesmo. Até tentar um novo rumo. Não sei mais o que faço. Ainda acho que a solução seria morrer. Ninguém teria mais que ter trabalho comigo. Sinto que incomodo. Sou um estorvo. Inútil, uma fracassada. Eu vejo tantas pessoas de bem morrendo e pergunto à Deus pq essas pessoas morrem e eu continuo aqui? Pq Deus não me leva no lugar delas? Será que ainda tenho muito mais à sofrer? A minha única esperança é que essas dores sejam sintomas de alguma doença incurável, pois nem ao médico eu vou. Eu não tenho mais estrutura psicológica pra aguentar isso. Vivo fechada,não quero maisme socializar com ngm. De mal humor,nada me agrada. Estou cada vez mais me isolando do mundo.. As pessoas dizem que é bobeira, mas só eu sei o que estou sentindo.

    Mariana Bottan · 24 de agosto de 2016 às 19:06

    Bia, meu amor, não é bobeira oq vc sente. Vc foi uma criança e é uma menina até hj que não é respeitada nem amada, nao tem suas necessidades atendidas e muitas vezes violadas. estar sentindo-se assim é apenas consequência da forma como vc foi tratada. Vc é uma v’tima, meu anjo, mas se vitimizar não vai te tirar da merd@! Então vc vai ter q assumir as rédeas da sua vida e buscar ajuda, pq a sua família não entende pq a família toda tá doente, mas vc é a lata de lixo deles, por isso vc é a que é vista como a doente e problemática.. isso a constelação familiar explica…

    Veja nosso guia e entenda como podemos te ajudar, q ferramentas vc pode buscar… nao desista de vc… aqui nós te entendemos e te apoiamos!
    Tem jeito, tem saída… mas vc precisa buscar esse conhecimento e assim vc entenderá que não há nada de errado com vc, mas sim com oq fizeram com vc… e vc pode transformar o modo como se trata e deixa os outros te tratarem, pois hj vc já é adulta e um adulto consciente não precisa mais ser abusado pq tem poder sobre si mesmo!

    Leia aqui: http://www.anamariasaad.com.br/guia-vencer-a-depressao-e-ansiedade-panico/
    Força, estamos aqui!

daniele · 18 de agosto de 2016 às 21:43

estava pronta para me suicidar a pouco, e ao ler a sua publicação eu acabei desistindo, ainda estou chorando e desesperada por ajuda. sofri abuso sexual quando criança por parte de um parente mas nao recorri ao meu pai , porque ele me colocava pra baixo e me excluia e com o meu irmão recem nascido na epoca fiquei ainda solitaria, alem de nao ter atenção eu nao tinha apoio, no decorrer da adolecencia eu me rebelei por desesperadamente nao consegui me controlar mais meus pais acharam que era rebeldia e me mandaram morar com minha tia, mas piorou muito porque o esposo dela me molestou e daquela epoca ate hoje ele me persegue e eu nao consegui falar nada pra ninguem, como eu me sentia e tinha medo de fazer meus familiares sofrerem como eu venho sofrendo. eu sinto hoje mais do que antes o quao eu sou dispensavel aos olhos das pessoas que me cercam que eu penso que o suicidio seria minha cura.

    Mariana Bottan · 2 de setembro de 2016 às 21:39

    Dani, meu amor, vc é apenas uma vítima… vítimas de abuso se sentem culpadas, envergonhadas e não merecedoras. Mas isso é apenas reflexo do q vc viveu, do quanto sua criança foi ferida e não acolhida. Busque uma terapia que trate sua criança interior e então vc começará a se libertar desta dor. a ajuda terapêutica é essencial.

    Neste guia nós te ajudamos a entender os caminhos: http://www.anamariasaad.com.br/guia-vencer-a-depressao-e-ansiedade-panico/

    Força, meu anjo, vc não ta só.. qlquer dúvida nos escreva!

Diego · 16 de agosto de 2016 às 09:02

Obrigado! !!!

Lucas · 15 de agosto de 2016 às 23:19

Ola.. meu nome é Lucas tenho 18 anos, e moro sozinho desde os 17, a quase dois anos minha mãe em um fim de semana resolveu ir embora de casa, e fiquei morando com meu pai .. que se tornou uma pessoa extremamente agressiva e difícil de se lidar, ainda mais do que sempre foi… , passado seis meses, meu pai queria me usar para que minha mae retornasse, mais me recusei em fazer parte disto, e isso fez com que ele passa-se a me olhar como inimigo, uma dia chegando de casa, ele mandou eu ir embora de casa, se nao iria acontecer uma desgraça , eu resolvi ir antes que eu mesmo acaba-se agredindo ele, no dia seguinte ele fez com que eu fosse mandado embora da empresa, na qual eu trabalhei durante quase dois anos, fui morar com a minha mae , que fez com que eu perdesse meu relacionamento ,e de forma rápida e resumida.. essa e uma pequena parte da minha historia, hoje em dia nao tenho mais vontade alguma de viver, sinto uma dor que tem me destruído, e me tornei uma pessoa totalmente insegura, pelo meu histórico de abandono,através do seu post, percebo que estou doente, mais nao tenho condições financeiras de pagar um especialista para me ajudar, mais gostaria de te parabenizar , pela sua iniciativa, eu mesmo ja fui chamado de fraco e diversas outras coisas por querer me matar, mais somente uma pessoa que chega nesse ponto, sabe o tamanho da dor que carrega consigo… Obrigado por tudo … Deus te abençoe

    Mariana Bottan · 24 de agosto de 2016 às 18:39

    Lucas, meu anjo, parabéns pela sua força e por seu carinho com a gente. Meu amor, veja nosso guia e nossa série de vídeos, tem bastante material gratuito que pode te ajudar a SE AJUDAR. E ajuda terapêutica é essencial, mas existem modos pra quem tá com a grana curta, basta pesquisar as ajudas e os locais certos. O item 8 do nosso guia te auxilia nisso: http://www.anamariasaad.com.br/guia-vencer-a-depressao-e-ansiedade-panico/

    Esta série de vídeos traz mts ferramentas que vc pode aplicar no seu dia a dia pra te ajudarem: https://www.youtube.com/watch?v=pwyip-h_sLI
    Se inscreva no nosso blog q em breve teremos muito material novo e gratuito pra ajudar vc!
    Um grande beijo e força, vc nao tá só!

Alguém · 9 de agosto de 2016 às 14:36

Olá, estou aqui perdida, procurando ajuda. Hoje, sentanda num restaurante super movimentado, numa mesa para quarto, sozinha, quase chorei ali mesmo. Eu estava num lugar completamente lotado, e sozinha. As pessoas lá rindo e conversando, eu ali, mal sentido o gosto da comida. Lutando para não começar a chorar. Sem ninguém para chamar. Pois me afastei, faz anos, dos ex-colegas (será que posso chamá-los de amigos?), e também me afastei da família. Se algo acontecesse comigo ali, eu não saberia quem chamar. Eu estou sozinha. E não posso culpar ninguém por isso. Porque eu fiz isso comigo mesma. Na verdade venho arrastando meus problemas comigo faz muito tempo, e fazia o impossível, mentia descaradamente, para parecer normal. Nunca contei, mas sofri abuso quando criança por um conecido da família. Sem falar em outros problemas também dentro de casa. Se não fosse seu vídeo explicando sobre abuso, nem saberia que tinha sofrido isso. Afinal não teve penetração, foram “uns amassos” “apenas”. Mas não acho que foi isso que me deixou doente, foi guardar tudo. Todo o problema que acontecia comigo eu guaradava. E faço isso até hoje. Já chegando aos 30 anos.
Eu venho destruindo a minha vida, e nem percebia, ou não queria perceber o que estava fazendo. Mudava de colégio e depois de trabalho constantemente. Sempre fugindo. Só não sei do que estava fugindo. Acho que de mim mesma. Não sei qual é o meu problema, mas eu tenho um bem grande. Por isso hoje, não tenho uma carreira, nem família e nem amigos. Sinto muita vergonha de mim mesma. Se eu pudesse, sumiria. Daria um reset na minha vida.
Cheguei em casa arrasada. Desesperada.
Não quero mais me sentir assim. Mas fiz tanta bagunça. E por tantos anos. Sinto tanta vergonha de mim mesma, que até sair na rua é doloroso.
Se eu puder, quero poder mudar. Não sei se é muito tarde. Não sei o que é isso que tenho, nem sei por onde começar. Não digo que estou no fundo do poço, porque sempre é possível descer mais baixo. Mas tive um epifânia. Estou sozinha, sem nada, e não sei quanto mais vou aguentar. Se eu não mudar, o que vai ser?
Não quero continuar assim. Vi os vídeos e li os textos, queria poder ser assim. Contar minha história sem vergonha, parar de me sentir assim. É como se eu estivesse sempre machucada, e as coisas mais inusitadas me doem. Comentários sem maldade, ou situações diárias. Mas nem sei por onde começar. Quem procurar? Psicólogo, psiquiatra? Por onde começar a mudar?

    Mariana Bottan · 9 de agosto de 2016 às 18:18

    Meu amor, o primeiro passo vc deu hj: vc foi buscar entender oq se passava contigo e se abriu pra aceitar que quer mudar e precisa de ajuda. Mts pessoas passam a vida negando seus conflitos e suas dores, pq não querem ir além dela, não querem sair do quentinho da bosta. Não há nd de errado COM vc, vc apenas está sentindo as respostas de td que passou enquanto criança e adolescente. É apenas consequência da forma como vc foi tratada, onde suas necessidades não foram atendidas e até mesmo violadas.
    Primeiro passo: se informe sobre as terapias fora da caixa e o tipo de profissional q realmente podem te ajudar. Este nosso guia é o primeiro passo pra vc estudar e adentrar nesse mundo: http://www.anamariasaad.com.br/guia-vencer-a-depressao-e-ansiedade-panico/

    Se inscreva no item 8, pra baixar nosso guia, e então vc receberá sempre nossos conteúdos pra te ajudar.
    Conte com a gente meu amor, vc não tá só, existe mais gente na mesma situação q vc e vc nem imagina! E melhor: existe mt gente q esteve onde vc está e superou! é possível, basta vc agir diferente!
    bjoks

Anônima · 8 de agosto de 2016 às 11:04

Eu cheguei aqui digitando “quero morrer”. Não queria me matar, mas queria morrer. Nunca me ocorreu que eu pudesse ter alguma coisa. E mesmo agora ainda é difícil de aceitar. E é difícil de explicar. Tem dias que acordo e nada faz sentido para mim. Tento ser forte e continuar, mas tem dias que me sinto perdida. Eu queria não me sentir assim, queria não existir. Sinto que não tenho forças. Sinto que destrui minha vida e não sei o que fazer para arrumar. Estou cansada de viver. E não consigo falar isso para a minha família, pois o meu irmão é doente. Sem falar em outros problemas. Sinto que não posso me apoiar neles. Mas não sei como fazer isso sozinha. Não tenho motivos para viver. E tenho medo, muito medo, de viver o resto da vida assim.

    Mariana Bottan · 15 de agosto de 2016 às 13:47

    Meu amor, infelizmente a família é a fonte de nosso adoecimento e normalmente não nos apoia pois olhar para a sua ferida é olhar para a ferida de todo o sistema familiar. A saída é ganhar conhecimento sobre isso, sobre os caminhos de tratamentos que existem e vc se apropriar da sua história, pois não estamos condenados a nada, a não ser que a gente mesmo permita isso.
    Te sugiro buscar um bom terapeuta holístico e a constelação familiar. Neste nosso guia te orientamos sobre os caminhos exstentes: http://www.anamariasaad.com.br/guia-vencer-a-depressao-e-ansiedade-panico/

    Bjoks e força!

Jéssica · 2 de agosto de 2016 às 22:31

Oi meu nome é Jéssica e realmente tava cansada de viver to no fim do poço,e realmente vc é uma pessoa especial,muito obrigada

Evelyn · 29 de julho de 2016 às 13:26

Eu me identifiquei do primeiro ao último vídeo, mas não quero remoer minha vida até porque os problemas e as disfunções que eles me causaram são extensas, realmente vim a procura de suicídio rápido mas encontrei forças pra mas uma vez remar contra a maré, também já tomei os queridos tarjas pretas pra suicídio mas como você eu vomitei… Até por isso procurei por isso no Google e aqui estava você realmente adquiri um suicídio rápido da ideia de deixar a minha vida por familiares, amigos ou quem quer que seja! Obrigada

    Mariana Bottan · 1 de agosto de 2016 às 18:09

    Muito grata por seu carinho, Evelyn, e conte com a gente neste seu novo processo! E vc nao vai remar contra a maré não, com as ajudas certas vc vai é entrar no caminho certo, aquele de re–encontro à sua saúde. Veja o nosso guia, acho que poderá te clarear: http://www.anamariasaad.com.br/guia-vencer-a-depressao-e-ansiedade-panico/

    Qlquer dúvida nos escreva! =) Bjoks, juntos somos mais fortes!

Junior · 28 de julho de 2016 às 03:34

Simplesmente perfeito. Tenho problemas por causa da falta de apoio da família também. Não estou pensando/planejando/tentando me matar mas me assusta pensar nisso cada vez mais com certa naturalidade, tendência, enquanto perco o interesse e disposição pra tudo (pode não fazer muito sentido mas tudo bem). Fato é que se cada grupo de amigos no planeta tivesse uma Ana Maria Saad, a vida seria bem mais leve. Parabéns pela reviravolta e iniciativa. Não somente à Ana Maria, mas à todos empenhados nessa idéia. A forma descontraída como tudo foi feito caiu como uma luva nesse universo triste das pessoas que, como eu, estão exaustas de ter que seguir regras e repetir padrões.

    Mariana Bottan · 28 de julho de 2016 às 15:01

    Junior, obrigada pro seu carinho. Olhe, sempre existe saída. Vc só precisa querer e buscar as ajudas certas!
    Neste guia trazemos bastante informação, pesquise, pois isso irá te clarear sobre os caminhos a seguir: http://www.anamariasaad.com.br/guia-vencer-a-depressao-e-ansiedade-panico/

    Se inscreva no nosso blog tbm, pois assim vc garante que sempre receberá nossos materiais pra te ajudar nesta jornada: anamariasaad.com.br/inscreva

    Bjoks =), força meu amor, vc ta no caminho!

Sabrina · 20 de julho de 2016 às 13:03

Olá gostei muitíssimo de tudo, a primeira vez que tentei suicídio tinha 7 anos e fui salva por uma amiga que por instinto me puxou ia me jogar na frente de um carro,consegui um braço quebrado e uma surra da minha mãe, minha família não disfuncional se existe coisa pior é a coisa pior certeza, desde sempre, pois bem minha segunda tentativa foi aos 16 anos não deu certo consegui tão somente vomitar, então desisti de cometer suicídio simples assim, minha mãe tem transtorno bipolar, meu pai deve ter algum transtorno, minha irmã todo mundo, nunca quis buscar ajuda sempre tive medo de ser louca igual a minha mãe, mas um belo dia procurei ajuda agora esses dias aos 33 anos sou mãe, sou viúva, a dita da médica disse que não preciso de ajuda, disse ainda que sou a pessoa mais racional da minha família, sai do consultório pior do que já estava.
Não voltei a procurar ajuda não tenho plano de saúde e não posso pagar uma consulta, porque no SUS você precisa passar por um clínico que avalia a necessidade ou não de encaminhar para um psicólogo ou psiquiatra.
Pois bem não falo com as pessoas sobre meus problemas ou minha dor , mas quero receber ajuda, eu sei que estou sozinha, tenho um filho lindo que amo muito quero fazer melhor ser melhor.

    Mariana Bottan · 21 de julho de 2016 às 15:30

    Sabrina, meu amor existe muito médico e terapeuta por aí que não sabe nada destas doenças. Justamente pq focam no rótulo e não no ser humano, Se vc leu a série de posts vc já entendeu pq vc se sente mal: sua família é mega disfuncional, e vc colhe os frutos disso. Por isso procure ajuda sim, mas as ajudas certas.
    No item 8 deste guia te ajudamos com isso: http://www.anamariasaad.com.br/guia-vencer-a-depressao-e-ansiedade-panico/

    Leia tudo com mt atenção! Vc tá no caminho, força q tem jeito!

Juliana · 8 de julho de 2016 às 22:59

Li tudo e vi todos os vídeos. Eu vim de uma família disfuncional e não sabia. A maior causadora da minha dor é e sempre foi minha mãe. E hoje em dia, minha irmã também. Meu pai que sempre foi meu maior amor da vida e o único que ficava do meu lado, faleceu. Parte de mim se foi junto, então a partir daí já comecei a morrer. Depois de ler e assistir tudo, vi que realmente não quero morrer, só quero aliviar a dor pra sempre. Eu tenho vontade de procurar ajuda profissional e me tratar, mas o que eu gostaria de saber é: como me tratar estando desempregada e não tendo ninguém, literalmente ninguém que possa me ajudar financeiramente? Sei que preciso de ajuda, mas como e onde encontrar bons profissionais de graça?

    Mariana Bottan · 15 de julho de 2016 às 10:17

    JU, entendo sua dificuldade e admiro sua persistência. Neste guia aqui abaixo damos muitas dicas de coisas que inclusive vc pode fazer por si mesma, sem custo algum. Por exemplo a meditação mindfulness (no item 6 deste guia). No item 8 temos um guia gratuito onde damos dicas de onde buscar bons tratamentos e baixo ou zero custo: http://www.anamariasaad.com.br/guia-vencer-a-depressao-e-ansiedade-panico/

    Vc tm pode propor permuta com um terapeuta. Busque aulas de yoga gratuitas que te ajudarão muito. Se abra ao Universo, o primeiro degrau da cura é o desejo de se curar. Abra suas energias pra isso e as portas se abrirão pra vc, tá?
    Força!

Silvia · 21 de junho de 2016 às 12:11

Meu nome não é Silvia, e falar sobre doenças mentais ainda é um pouco tabu para mim. Já fiz tratamento, mas não acho que ajudou muita coisa. E neste momento estou na merda. Sei que não posso ficar desse jeito, mas, sim, a merda é quentinha e isso dificulta sair.
Vi os vídeos e li os textos, inclusive sobre família disfuncional na wikipedia. Já sabia que a minha família era problemática, porque não sou a única que tem problemas. Difícil é achar alguém saudável. Mas foi surpreendente achar quanta coisa eu fiz e faço que pode ser resultado dos problemas de família. Sim, minha família é disfuncional. E eu tenho vergonha disso.
No meu caso, eu era a filha boa. Sentia que na minha casa o amor era condicional. Você recebe se for uma boa menina. Sentia que devia ser responsável. Eu tinha que cuidar dos outros, fazer média. Mas chegou um ponto que não aguentei mais, desabei. E até hoje me sinto culpada por qualquer coisa, e deixo de fazer outras tantas por medo de ser recriminada, toda critica faz com que eu me sinta inútil e inadequada. Já tentei me afastar da família, fugir para construir minha própria vida. E por um tempo deu certo. Até consegui fazer faculdade. Mas aí a depressão resolveu tomar conta da casa. Foram cinco anos de vida, e contando, perdidos. Emagreci horrores pela falta de apetite, o sono também é irregular, alguns dias acordo me perguntando como posso continuar vivendo assim. Choro quase todo dia, nunca tentei me matar, mas sempre penso nisso. Morrer e acabar com isso. Tem dias que acho que não vou aguentar o sofrimento. Dias que se tornam meses. De repente você percebe que tem mais dias ruins que bons, que você não tem perspectiva de futuro, você se sente um fracasso. E como a Ana falou na palestra do TED, eu também sinto que não tenho direito de me sentir mal. Afinal tem muita gente numa situação muito pior mundo afora. Aliás me identifiquei com muita coisa por aqui.
Enfim, minha tentativa de liberdade não foi muito longe. Passei muito tempo tentando fugir do problema. Se alguém perguntava se estava bem, logicamente sorria e dizia que sim. A terapia serviu para conseguir dizer algumas vezes que não, não estou bem. Mas ainda me sinto culpada. Uma vez disse a umas amigas que não estava bem, e disse um monte de coisas (sobre mim e sobre ela, talvez tenha usado o tom errado…), depois disso uma sumiu. Mas uma outra ficou.
É difícil achar pessoas com quem falar, outro dia uma outra “amiga” soltou que psiquiatra é coisa de louco. Depois disso…
No momento a família continua disfuncional, estou parada, cheia de culpa e dor, com medo de tudo, parece que cada tentativa de sair da merda é doloroso. Algumas vezes a vontade é terminar de me afundar aqui e jogar tudo para o alto. Sinto que não há esperança. Tem tanta coisa errada. Não sei se vou aguentar.Só quero que tudo acabe.

    Kelly Vieira - Time A · 24 de junho de 2016 às 15:07

    Amada, ser depressivo é algo que apenas outro depressivo compreende, quem nunca passou por isso pode chegar a ter uma consciência muito elevada sobre o assunto, mas não sabe realmente o que é ser depressivo. É como um branco que nunca saberá o que é ser negro, um hétero que nunca saberá o que é ser gay, ou um filho que tem pai e mãe que nunca saberá o que é ser órfão. São coisas que só quem sente na carne sabe! Eu estou falando tudo isso apenas para que você não crie expectativas e tampouco rancor com os que te rodeiam, ou acabaríamos em uma roda de preconceito, afinal as pessoas simplesmente são o que são. Mas você concorda comigo que fica mais fácil darmos aos outros uma melhor compreensão sobre nós quando nos aceitamos e nos mostramos como realmente somos?
    Vamos fazer o seguinte, leia o item 1, 2 e 7 do nosso “Guia de como vencer a depressão”, eles vão te ajudar a vencer essa barreira da aceitação e também te mostrarão possibilidades de cura. Depois me conta como foi!
    http://www.anamariasaad.com.br/guia-vencer-a-depressao-e-ansiedade-panico/
    Beijokas e força nessa peruka!
    Juntos somos mais fortes.

Yuri · 12 de junho de 2016 às 18:57

Obrigado

Elton · 3 de junho de 2016 às 13:36

Quero agradecer, não por ter “salvado minha vida” (pelo menos não a curto prazo), mas por ter resgatado algumas coisinhas importantíssimas lá no fundo do peito, coisas que me trazem e me trarão alento. Demorei um tempo pra perceber que estou com depressão, e quando percebi eu comecei a sentir vontade de procurar ajuda porque realmente, no fundo eu não quero me matar, e mesmo que eu tenha dedicado às últimas semanas pra me convencer do contrário, eu me amo. Na sua postagem eu realmente me dei conta disso, e me dei conta de que eu não sou o problema e os problemas apenas estão a minha volta… E posso lidar com eles, basta querer. Já me sinto melhor em saber disso. Realmente, muito obrigado!

    Mariana Bottan · 9 de junho de 2016 às 11:28

    Elton, incrível seu comentário! Vc percebeu a chave da questão: vc não é o problema! Mas vc, e só vc, tem a chave pra resolver a sua vida! E pra te ajudar nesse caminho, dê uma olhada com atenção nesta página, ela tem tudo oq vc precisa saber e tbm como podemos te ajudar!
    Veja aqui: http://www.anamariasaad.com.br/guia-vencer-a-depressao-e-ansiedade-panico/

    Força nessa peruca, estamos juntos sempre aqui pro que vc precisar!

Gabriela · 29 de maio de 2016 às 22:07

Ha uns minutos atrás eu comentei na parte 1 desesperada, mas depois q li todo seu texto até a parte 5 me deu um alivio… Eu vim no Google certa de achar a forma mais rapida e menos dolorosa de me matar, antes de chegar nesse seu texto eu li outro de um outro site ensinando a pessoa a se matar msm… Eu achei q eu queria me matar, mas eu nao quero.. Eu tenho problemas familiares, meu pai morreu e a minha mae nunca foi do tipo compreesiva, antes do meu pai morrer minha vida era um inferno, brigas diarias entre meus pais, separação..ai mei pai morreu, a algum tempo atras a miha mae se casou dnv, e agora q eu terminei o colegial, diariamente eu sou pressionada pra eu ajudar a sustentar a casa, mas eu ja tentei arrumar emprego e eu simplesmente nao consigo.. Sempre da algo de errado.. Sempre..e agora voltou as brigas na minha casa, só q agora entre minha mae × eu× meu irmao.. E ta dificil.. Nao tenho ninguém com quem eu possa desabafar, mas depois desse seu texto eu percebi q nao é o fim, meus problemas sao tao pequenos e td é passageiro.. Entao eu quero te agradecer, muito obrigado, muito obrigado msm, vc nao sabe o qnt mudou os meus pensamentos…

Joyce · 25 de maio de 2016 às 11:54

Ana. Agradeço de coração o quanto estou aliviada em encontrar alguém com a mente tão aberta para entender os sentimentos que nos rodeiam como você. Não sei nem como me expressar, mas a anos sinto uma dor terrível dentro de mim, e luto contra essa dor. Passei anos no psicólogos e psiquiatras, e vou diagnosticada com TDAH, tomei sertralina e Ritalina, mas aos 19 anos parei com tudo, pq acreditava que eu estava curada. Me enganei bonito. Descobri sem querer que minha mãe biológica ( sou adotada) se suicidou com 22 anos. E a dor só aumentou.

    Mariana Bottan · 9 de junho de 2016 às 13:27

    Joyce, meu amor, a questão do suicídio é algo que tem a ver com a influência transgeracional, ou seja, a influência que nossos antepassados e familiares trazem no campo familiar. A constelação familiar seria uma excelente técnica terapêutica pra vc buscar pra te ajudar a lidar com isso. E busque tratamentos dentro da abordagem da medicina integrativa, ou seja, que te tratem com um todo.
    Nesta página aqui tem td oq vc precisa pra buscar estas técnicas e transformar esta dor:http://www.anamariasaad.com.br/guia-vencer-a-depressao-e-ansiedade-panico/

    Dê uma olhada especialmente nos itens 2, 3 e 8.
    Bjokas e força, vc ta no caminho e agora não tá mais sÓ!
    Qlquer dúvida nos escreva!

Guilherme Rivero Vella · 9 de maio de 2016 às 22:11

Ana, eu convivo com a idéia de suicídio a muitos anos. Viver sempre foi MUITO dificil para mim. Nunca cheguei efetivamente a tentar o suicídio por causa da minha mãe. Sou filho único. Meu pai já é falecido a muitos anos. Sei que se eu me suicidasse, isso causaria um sofrimento impensável, inimaginável, inominável para ela, que foi e é uma mãe maravilhosa para mim. Então, eu convivo com esta idéia sombria: eu vivo enquanto ela vive. Eu vivo para ela, por ela, não por mim. Chego mesmo a ter pensamentos do tipo: viver não é nada mais do que um sacrifício que eu faço pela minha mãe. Após a morte dela, eu me suicido logo em seguida. Como? Cortando a minha carótida para sangrar até morrer. Horrível né? Quando sou tomado mais intensamente por tais pensamentos, pesquiso na internet sobre suicídio. Foi assim que descobri você e a sua proposta. Gostei muito. Representou para mim uma tábua de salvação para eu me agarrar. Pode crer! Assisti o curta que você roteirizou e no qual você atuou. Gostei. Achei bem interessante. Embora eu nunca tenha feito isso e não seja mais um jovem, sonho em ser roteirista de cinema. Tenho duas idéias para longas, que nunca apresentei a ninguém, pois sempre penso que irão achar uma bosta e irão rir da minha cara. Também gostei dos seus vídeos. De agora em diante vou acompanhar assiduamente a sua proposta na web relacionada ao tema do suicídio. Valeu por existir.

    Ana Maria Saad · 16 de maio de 2016 às 13:48

    Olá Gui, eu fico muito feliz em saber que vc encontrou aqui neste nosso blog que é feito com muito carinho a sua tábua de salvação. Mas volto a dizer: só oq vc precisa é de ajuda terapêutica, qnd a vida é um fardo é um sintoma de que algo não está nos eixos dentro de vc. Não é normal!. Veja estes materiais abaixo eles te darão um norte de onde buscar e oq estes sintomas querem dizer! Um beijo e força, que vc esteja sempre acompanhando a gente e que esse material possa ajudar vc a encontrar dentro de vc a sua própria tábua de salvação, pois é este o caminho. =)

    Veja este documentário: https://www.youtube.com/watch?v=G2U2Y_f9L8g
    Se inscreva pra receber nossas dicas semanais e baixar este guia gratuito com as indicações de terapias: anamariasaad.com.br/inscreva

Josiani · 29 de abril de 2016 às 18:53

Ana, depois de exatos 7 dias após ter recebido o email da Mariana e ter ficado chocada porque não me lembrava de onde teria vindo aquela ‘ajuda’… decidi acessar o site a ver os posts. Bom, sou muito covarde para me matar, mas no último mês, os pensamentos estavam muito intensos… nesta semana houve uma redução. Quanto ao apoio da minha família… ele existe, sem dúvida… meu irmão se dispôs a me ajudar financeiramente com um psicólogo e minha mãe também, mas é ‘engraçado’ (não desmerecendo), mas é assim, você vê trocar de olhares e sussurros… mas vamos em frente… vou contando como as coisas se desenham. Estou ainda pesquisando se venho de uma família disfuncional… ainda não achei um dsiagnóstico para nós…. hahaha Um dia de cada vez…. um beijo e gratidão pela sua generosidade em nos ajudar.

    Ana Maria Saad · 3 de maio de 2016 às 19:53

    Josi, que legal saber que vc conseguiu aprofundar e refletir sobre sua própria história, suas ideaçoes suicidas e seus sintomas!
    O autoconhecimento é indispensável neste processo e quanto mais próxima de vc e dona da sua história vc estiver, mais próxima da sua cura vc estará.

    Então que bom que vc vai ser ajudada a buscar uma terapia, então leia este guia aqui pra ver quais as melhores técnicas pra vc buscar: anamariasaad.com.br/inscreva
    E por favor, nos mantenha atualizada das suas fichas que caíram e se tiver qlquqer dúvida nos escreva!
    Bjoks =)

Ana Cristina Farago · 25 de abril de 2016 às 14:51

… obrigada, Ana!… 😉

    Ana Maria Saad · 25 de abril de 2016 às 16:58

    =) Acompanhe sempre a gente meu amor, é um prazer ajudar vcs a descortinarem o potencial de saúde =)

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