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megan fox borderline

Os Sintomas do Borderline, Transtorno de Personalidade Borderline (ou Limítrofe), são bem definidos, mas ainda há controvérsias no meio médico se esse distúrbio seria apenas uma variação da Bipolaridade.

Mais uma vez resquícios da confusa psiquiatria americanizada com seu DSM (Manual Diagnostico e Estatístico dos Transtornos Mentais) que contem mais de 300 transtornos mentais e foca nos sintomas ao invés de olhar o ser humano por detrás da doença.

Enfim, controvérsias à parte, a diferença que se faz entre a Bipolaridade e o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é que a variação de humor do TPB, acontece dentro de um espaço curto de tempo (segundos, minutos, no máximo horas).

Enquanto que no Transtorno Bipolar, o humor varia dentro de um tempo maior (dias, semanas, meses), seguindo ciclos.

Mas assim como na Bipolaridade, no Transtorno de Personalidade Borderline é comum a pessoa também sofrer de depressão e poder vir a desenvolver ataques de pânico.

homer simpson ataque

Quem sofre do tal borderline apresenta grande instabilidade emocional, é como um vulcão prestes a explodir, seu humor oscila muito, são pessoas intensas tipo “8 ou 80”/ “tudo ou nada”, que podem se automutilar para aliviar o sofrimento psíquico.

Elas se sentem mal na própria pele e suas relações, na verdade a vida em geral, fica prejudicada devido a tanto tumulto.

9 sintomas do Borderline:

  1. Esforços desesperados para evitar abandono real ou imaginário
  2. Padrão de relacionamentos interpessoais instáveis e intensos caracterizado pela alternância entre extremos de idealização e desvalorização (lembrando que relacionamento interpessoal acontece entre uma ou mais pessoas e é regido por normas comportamentais que orientam suas interações, já que seu contexto pode ser familiar, escolar, de trabalho ou de comunidade.)
  3. Perturbação da identidade: instabilidade acentuada e persistente da autoimagem ou da percepção de si mesmo
  4. Impulsividade em pelo menos duas áreas potencialmente autodestrutivas (gastos, sexo, abuso de substância, direção irresponsável, compulsão alimentar)
  5. Recorrência de comportamento, gestos ou ameaças suicidas ou de comportamento automutilante
  6. Instabilidade afetiva devida a uma acentuada reatividade do humor: disforia episódica (mudança repentina de ânimo pra tristeza, angústia, pena), irritabilidade ou ansiedade intensa com duração geralmente de poucas horas e apenas raramente de mais de alguns dias
  7. Sentimentos crônicos de vazio
  8. Raiva intensa e inapropriada ou dificuldade em controlá-la (mostras frequentes de irritação, raiva constante, brigas físicas recorrentes)
  9. Ideação paranoide transitória associada a estresse ou sintomas dissociativos intensos.
Twittável: "Ficar louco de vez em quando é 
necessidade básica para permanecer são" OSHO @anamariasaad  

bob esponja panico

Mas o que é Ideação Paranoide? E Sintomas Dissociativos?

Karrrrma que eu te explico, porque eu já tive a mesma dúvida:

Ideação paranoide: desconfiança e suspeitas generalizadas em relação aos outros, interpretando as intenções de terceiros como malévolas.

Os Sintomas da Ideação Paranoide são:

  • Suspeita, sem fundamento suficiente, de estar sendo explorado, maltratado ou enganado por terceiros;
  • Preocupa-se com dúvidas infundadas acerca da lealdade ou confiabilidade de amigos ou colegas;
  • Reluta em confiar nos outros por um medo infundado de que essas informações possam ser maldosamente usadas contra si;
  • Interpreta significados ocultos, de caráter humilhante ou ameaçador em observações ou acontecimentos benignos;
  • Guarda rancores persistentes, relutando em perdoar insultos, injúrias ou deslizes;
  • Elogios frequentemente são mal interpretados;
  • Percebe ataques a seu caráter ou reputação que não são visíveis pelos outros e reage rapidamente com raiva ou contra-ataque;
  • Tem suspeitas recorrentes, sem justificativa, quanto à fidelidade do cônjuge ou parceiro sexual.

jennifer lawrence vai se foder

Sintomas Dissociativos

Os sintomas dissociativos tem a ver com os Transtornos Dissociativos que estão relacionados a perda total ou parcial de uma função mental ou neurológica.

4 tipos principais de Transtornos Dissociativos:

  1. Amnésia Dissociativa
  2. Fuga Dissociativa
  3. Identidade Dissociativa
  4. Despersonalização

Os sintomas comuns a todos os 4 tipos, que podem afetar quem sofre de Transtorno de Personalidade Borderline, incluem:

  1. Perda da memória (amnésia) relacionada a certos períodos, eventos ou pessoas
  2. Sensação de estar sonhando, como se estivesse desligado do mundo (despersonalização)
  3. Percepção de que as pessoas e coisas à sua volta estão distorcidas e pouco reais
  4. Confusão quanto à própria identidade 

O que fazer se você acha que sofre de Borderline?

Procure ajuda médica e terapêutica!

E vá devorando anamariasaad que fiz com muito amor pra que você ganhe conhecimento e possa sair desse sofrimento todo, aplicando a Medicina Integrativa no seu tratamento! Encontre grupos de apoio aqui!

É isso lindeza, e agora me diga nos comentários abaixo:

Você já teve diagnóstico de transtorno de personalidade borderline? E de outros transtornos? Vc sabia das semelhanças do TPB para a bipolaridade? Quais tratamentos vc faz? Vc melhorou?

Me conta sua experiência nos comentários abaixo, lembre que aqui já somos uma comunidade onde pessoas vem buscar conforto, conhecimento e inspiração, logo sua vivência pode ser exatamente o que alguém precisa pra se sentir confortado e compreendido.

IMPORTANTE: compartilhe seus pensamentos e experiência diretamente nos comentário. Links para outros posts, vídeos, etc, serão deletados porque são identificados como spam.

Gracias por nos visitar!

E lembre que bost#@s acontecem na vida, faz parte e você não tem controle sobre isso. Mas você pode controlar o modo de encarar essa merd#@ toda. Eu te convido a usá-la como adubo para seu crescimento interno, topa o desafio?

Bjoka e Força na Peruca! 
Com  Amor, 
Ana Maria Saad 🙂
Fonte: conteúdo baseado no DSM (Manual Diagnostico e Estatístico dos Transtornos Mentais)
Gifs: Feitos por amigos
Categorias: Cura

Ana Maria Saad

Te ajudo a vidar e não só sextar através do Método Rituario (Ritual Diário de DETOX MENTAL). Aprenda a meditar mesmo se sua mente não para 👽

70 comentários

Lilian · 17 de setembro de 2016 às 05:22

Fui diagnosticada com depressão recorrente grave (porque desde criança venho tendo crises depressivas), porém percebi que ao chegar na vida adulta as coisas mudaram e comecei a ter alguns sintomas que nunca tinha tido enquanto criança e até parte da adolescência, me encaixo em todos os sintomas de tpb e há coisas que sinto que não fazem parte dos sintomas de depressão. E gostaria de saber se é possível deixar de ter depressão e passar a ter tpb ao longo da vida ou se simplismente meu diagnóstico pode sido errado?

    Mariana Bottan · 22 de setembro de 2016 às 17:46

    Olá Lilian, este guia foi feito com muito amor pra responder as principais dúvidas e ser uma luz no fim do túnel. Como são muitas pessoas pra respondermos precisamos que antes você leia tudo e lá vc encontrará a resposta pra muitas destas dúvidas e entenderá como nosso trabalho pode te ajudar!

    Acesse aqui: http://www.anamariasaad.com.br/guia-vencer-a-depressao-e-ansiedade-panico/

    Força meu amor que tem jeito, mas é preciso pegar as rédeas da sua saúde, só vc pode fazer isso pro vc!
    Qlquer dúvida nos escreva!

Joice · 18 de agosto de 2016 às 23:01

Acho que tenho TPB, me identifico muito com a maioria dos sintomas. Muitas vezes achei que acabando com a vida tudo ia passar, mas nunca consegui, sempre acho que as pessoas ao meu redor vão me abandonar, quando tô com raiva eu me machuco. Não sei o que fazer ????????

    Mariana Bottan · 24 de agosto de 2016 às 19:07

    Joice, meu anjo, aqui ensinamos a focar no ser humano o no seu potencial de saúde, e não no rótulo. pq vc adoeceu? Nosso guia, no item 2 traz explicaçoes sobre isso pra vc refletir..
    O caminho é buscar as ajudas certas, pois só com autoconhecimento e mudança do estilo de vida é possível se curar.
    Força, tem jeito: http://www.anamariasaad.com.br/guia-vencer-a-depressao-e-ansiedade-panico/

Bianca · 13 de agosto de 2016 às 21:31

Sinto todos esses sintomas, não sei como procurar ajuda, nem como conversar com alguem sobre isso .

    Mariana Bottan · 15 de agosto de 2016 às 15:46

    Bianca, meu anjo, mais que identificar sintomas te convido a entender quais foram os motivos que te levaram a adoecer e experiemntar estes sintomas na sua vida… Veja este nosso guia, ele te ajudará bastante, o item 2 vai te dar algumas pistas sobre a questão familiar pra vc refletir como foi sua infância e adolescência dentro de casa, pois ao final tudo se resume a quem deveria cuidar da gente e nos assistir, que são nossos pais:
    http://www.anamariasaad.com.br/guia-vencer-a-depressao-e-ansiedade-panico/

    Bjoks, vc não tá só, força, meu anjo!

Priscila Dias · 3 de agosto de 2016 às 19:03

Ana, tive depressão no momento em que minha mãe faleceu, só hoje depois de muito estudar é que pude ver que, no meu caso, a princípio o que tive foi uma fase de mania: logo que soube da notícia da morte eu fiquei eufórica, comprei a urna, cuidei da parte burocrática do enterro e pasmem, até console os presentes no velório! Eu sempre me achei forte, e por isto, nunca pensei que este tipo de comportamento fosse indicativo de depressão, cujo sintoma chama-se hipomania. Após, seis anos do falecimento, comecei a dar umas “bads” loucas, passei a não ter força nem ânimo pra mais nada, ter pensamentos recorrentes de suicídio, mas felizmente, quando eu senti uma tristeza absurda, e que nos idos dos anos de morte de minha mãe, eu jamais pensei que fosse um luto reprimido. Eu pensava que ser forte era não chorar, então reprimia o choro todas as vezes que vinha uma tristeza no meu peito. Paguei um alto preço, mas hj estou viva para contar a história, vi que aceitar as coisas é a chave; e desde que li sobre o eu observador, e sobre deixar fluir o que tiver que ser, choro e boa, neste momento parece que o mundo tá acabando, mas na sequência vem o alívio. É isso! GRATIDÃO e que vc e sua equipe continuem a nós iluminar!!!!

    Mariana Bottan · 4 de agosto de 2016 às 15:06

    Lindo, Pri, fico encantada de perceber a sua consciência! E-motion, já diz: energia em movimento. As emoçoes devem passar por nós, elas só querem fluir. Se nós a reprimimos, essa energia fica nos fazendo mal, pois ela precisa ter vazão de alguma forma.
    Isso com autoconhecimento e autoeducação nós vamos aprendendo a nos entender e saber oq nos faz bem e oq nos faz mal!
    Força sempre, vc ta no caminho! Bjoks

Miliane D. Pimentel · 7 de junho de 2016 às 22:18

Fui diagnosticada com bipolaridade ha’ 13 anos. Hj porem, alem de “demonio,” me chamaram de Border. Vim buscar info e fico sabendo das semelhancas entre o Bipolar e o Border. Como tenho tido cambios de mood frequentes (nao e’ sempre, mas ha’ semanas em que num dia subo e desco multiplas vezes), queria perguntar se e’ possivel que Eu tenha piorado ao ponto de agora ser border, ou de ate’ haver sido diagnosticada errada. Nao faco tratamento algum. Tenho pavor a remedio.

    Kelly Vieira - Time A · 21 de junho de 2016 às 15:46

    Miliane, lindeza, é mega importante você procurar ajuda para ter certeza do que está acontecendo realmente com você e melhorar de vez desse estado de dor. No nosso “Guia de como vencer a depressão, bipolaridade, borderline, etc…”, você encontrará no item 8 muitas opções de tratamento. Calma, porque a medicina integrativa vai muito além do remédio, mas isso quem vai dizer é o especialista, ok?
    http://www.anamariasaad.com.br/guia-vencer-a-depressao-e-ansiedade-panico/
    Força nessa peruka
    Juntos somos mais fortes!

Juliana · 4 de junho de 2016 às 01:39

Eu não sei, tenho estado mal, não sei desde quando, se anos ou meses atrás, mas faz alguns meses que tenho estado mal acima do que já estive antes. Quando piorei pensei ser depressão, tomei a iniciativa de ir em um psicólogo, mas não teve muito efeito porque não conseguia me abrir francamente com ele, e parei de ir. . Percebi alguns sintomas dissociativos, fui tomada pelo desespero por procurar ajuda, sinto o pânico de se não me tratar logo que isso possa piorar e que eu acabe perdendo minha cognição. Consegui me abrir com uma amiga que me indicou o Pensamentos Filmados, dai tenho lido seu site, vistos alguns dos seus vídeos e outras fontes de informações me identifiquei com todos sintomas do transtorno de personalidade borderline. Eu me afasto das pessoas para evitar que elas se decepcionem comigo e me rejeitem, eu me afasto também porque se me magoam toda minha confiança se acaba, eu não consigo mais ter amizades e relacionamentos saudáveis, não consigo mais trabalhar, eu estava me tratando com floral e tem sido bom, mas sem conseguir trabalhar não tenho como continuar o tratamento. Tenho necessidade de apoio da medicina convencional, mas receio pelas faltas de opções de onde moro cair nessas armadilhas que você aponta e acabar não tendo tratamento. Eu vejo o que você diz sobre a disciplina como eixo para promover a saúde, racionalmente eu compreendo, mas em uma esfera mais funda essa palavra me torce o estômago porque vem associada com opressão do prazer, eu sei que não é bem por ai, mas no momento não consigo sozinha com os meios que conheço cavucar em mim mesma para saber o porque e desfazer essa associação e por estar assim eu tenho me auto-sabotado tanto que tenho medo de tentar e fracassar de novo. Por conta de tudo isso parece estou fragmentada entre uma parte de mim ~às vezes~ tem energia e consegue usar a bosta como adubo e outra parte tão exausta de si mesma que esta confortável nela.

    Kelly Vieira - Time A · 20 de junho de 2016 às 16:06

    Juliana, lindeza,
    Para você entender o que está acontecendo com você é essencial que você abra a porta do “eu observador”, você pesquisou sobre isso no nosso blog? Isso nada mais é do que você se observar, apenas observar sem julgamentos. É a partir disso que você começará a entender porque você tem ou não alguns comportamentos.
    Você já conhece o nosso “Guia de Como Vender a Depressão, Ansiedade, Borderline, etc”? Acredito que você irá se identificar com os itens 2 e 4.
    Qualquer dúvida estamos aqui, ok?
    Força nessa peruka.

      Juliana · 21 de julho de 2016 às 08:03

      Olá, Kelly
      Venho dizer que uma das coisas que mais me incomodava quando mandei a mensagem acima, além da questão da disciplina, era o fato de não ter um eixo onde eu pudesse nortear minha cura, um tempo depois eu encontrei um caminho de cura com o qual me identifico. Na verdade foi um reencontro, eu apenas tomei a iniciiativa de voltar a ler Mulheres que Correm com os Lobos, de Clarissa Pinkola Estés, cuja leitura havia parado meses atrás. A sua leitura foi, esta sendo e continuará a ser muito terapêutica para mim, acredito que o livro será meu guia por um bom tempo.
      Junto com isso também tô estudando comunicação não-violenta, assim vou me compreendendo mais e mais por meio de nomear minhas emoções e buscar as minhas necessidades atendidas ou não diante das situações da vida, faço isso principalmente no nível intrapessoal está me ajudando a ter muito carinho e aceitação comigo mesma, é dessa forma que eu consigo me observar sem julgar.
      Também nesse meio tempo procurei ajuda na medicina convencional pelo sistema público, mas esta se mostrou tão eficaz quanto estancar uma hemorragia com band-aid, pra mim não rola.
      No momento é isso, chega de sofrência! Um imenso obrigada pelos conhecimentos que obtenho aqui e nos vídeos, pelo trabalho que fazem, pela disponibilidade que vocês tem com todos que procuramos vocês.
      Um grande abraço

Raquel · 2 de junho de 2016 às 12:35

Sou transexual,e fui diagnosticada como borderline.Existe alguma relação entre essas 2 condições?A condição de borderline,me impede de realizar a cirurgia de transgenitalização?Qual o melhor tratamento hoje,para quem é portador borderline?Existe cura total pra isso?

    Mariana Bottan · 9 de junho de 2016 às 11:31

    Raquel, meu amor, primeiro vc precisa entender que não é a doença, mas sim um ser humano. E como vc é um ser humano, claro que existe cura e ela está no autoconhecimento. Nesta pg aqui tem tudo oq vc precisa saber sobre estas questões e tbm como podemos te ajudar!
    Veja aqui: http://www.anamariasaad.com.br/guia-vencer-a-depressao-e-ansiedade-panico/
    Força nessa peruca, estamos juntos sempre aqui pro que vc precisar!

Ludmila · 29 de maio de 2016 às 00:13

Oi, Ana! Adorei o texto! A maneira como você explica as coisas deixa tudo mais leve e acaba tirando o peso de possivelmente ter esse transtorno. Eu tenho TAG e recentemente minha psicóloga me encaminhou para um psiquiatra e disse que suspeita que eu tenha Borderline. No começo foi um choque, mas me tranquilizei ao achar esse site. Adorei todos os posts que li, ajudam muito nessa luta que passamos todos os dias e é muito bom saber que existem pessoas por aí que já sofreram desses transtornos mentais e se curaram, buscando ajudar e motivar os que ainda estão tentando se curar. Maravilhoso o seu trabalho!
Mesmo hoje em dia que muitas pessoas sofrem de doenças mentais, ainda existe um tabu muito grande em volta disso. Eu, por exemplo, tenho uma amiga que claramente sofre de depressão, mas ela já pediu várias vezes aos pais dela e eles se recusam a levar ela a um psicólogo dizendo que “é coisa de gente louca“, como se pessoas com problemas mentais devessem ser excluídos da sociedade, quando na verdade a doença mental é uma doença como qualquer outra, com diagnóstico, cura e tratamento, e devemos promover a inclusão, e não o afastamento dessas pessoas da sociedade (é claro que existem exceções, em casos mais graves). Eu acho que seria muito legal se você escrevesse um post sobre todo esse tabu, precisamos conscientizar as pessoas de que depressão não é frescura, psicólogo não é coisa de louco, de que as pessoas que tem transtornos mentais não agridem porque querem, não se afastam por frescura, não são paranóicos por vontade própria e não se mutilam ou se suicidam pra chamar a atenção. Somos pessoas como qualquer outra e não escolhemos esses problemas. Quando eu me curar(e eu vou), gostaria muito de fazer um trabalho como o seu, tanto de conscientização como de ajuda nos transtornos mentais. Fico muito feliz em ver esse tipo de trabalho.
Espero muito que me responda e que escreva o post, as pessoas realmente precisam saber disso.
Um beijo!
Ludmila, 15 anos.

    Mariana Bottan · 9 de junho de 2016 às 18:20

    Ludmila meu amor aqui é a Mari, sou sócia da Ana neste projeto. Seu texto é incrível, vc escreve muitíssimo bem e encorajaria vc a escrever sobre isso SIM! Ajude este conhecimento e esta conscientização chegar às pessoas.
    Fiz um documentário que fala exatamente sobre isso que vc falou. Vc encontra aqui nesta pag, que fizemos só pra ajudar as pessoas que chegam até nos procurando ajuda. Ele está no item 3. http://www.anamariasaad.com.br/guia-vencer-a-depressao-e-ansiedade-panico/

    Veja ele, acho que vc vai gostar! E Leia o item 2 pra vc entender quais podem ser a origem desta sua doença. Não se apegue ao diagnóstico, mas sim à sua história de ser humano… oq te levou a adoecer? quais são as suas feridas? Como é sua familia? Esse é o caminho.

    O item 4 vai te esclarecer sobre este problema da medicina convencional com os diagnósticos. Foque sempre na saúde e não na doença! esse é o caminho que te levará à cura!

    Ah, e se vc tem ansiedade o remédio que te receito buscar pra ontem é o YOGA. Leia o livro Yoga para nervosos, do prof Hermógenes, e vc entenderá pq o Yoga é o remédio que vc precisa, blza?

    Grande beijo e conte sempre com a gente. qlquer dúvida estamos à disposição, tá meu amor?

Inversa · 21 de abril de 2016 às 02:06

Ja tentei alguns tratamentos, mas acontece que sempre achei a psicoterapia fraca. Sempre me senti reduzida pelos profissionais que me atenderam. Não sei se foi uma má sorte ou se isso faz parte deste diagnostio. Nunca fui de fato diagnosticada, antes tudo não passavam de codigos… Cid numero tal… ate que um dia resolvi pesquisar q tal de CID era e percebi que talvez a coisa era mais séria mesmo. Sempre relutei por tratamentos, mas busco ler para amenizar minha culpa e conseguir seguir em frente com ela. Quem sabe um dia…

    Ana Maria Saad · 22 de abril de 2016 às 17:09

    Inversa, meu amor, vc precisa encontrar terapeutas e profissionais humanos que te tratem como um ser humano (que teve razoes pra adoecer) e nao como um diagnóstico, um CID. Veja este filme pra entender e entao vc terá parâmetros pra buscar um bom profissional. Aqui nesse blog tem mt dica pra vc tbm encontrar as ajudas certas, ok? Então se informe bastante! se tiver qlquer dúvida só escrever

    Veja: https://www.youtube.com/watch?v=G2U2Y_f9L8g

Eduardo · 18 de abril de 2016 às 15:25

Bom, vou comentar porque gostei muito do texto, encaixou e muito em praticamente tudo o que sinto (menos intenso na parte de transtornos dissociativos). Parabéns!

Não sei nem se você ainda responde os comentários, mas vou mandar mesmo assim. Caí no seu site de paraquedas, não o conhecia. A minha história é a seguinte: desde jovem (por volta de 14 anos), após a separação de meus pais, me atacou na época a Síndrome do Pânico. Não saia do quarto, ia pra escola e parei de sair da sala de aula no recreio. Amigos combinavam alguma coisa eu não ia, e me afastei de todos. Comecei a terapia e fui em psiquiatra (tomei Pondera). Após algum tempo consegui voltar ao “normal”, fiz faculdade, sempre muito ansioso, mas voltei a rotina de saídas com amigos, namoro, etc. Não sei se por isso, mas nessa época (ou um pouco antes), me atingiu a Hiperidrose, transtorno de sudorese, suava muito em situações de conflitos, etc. Fiz cirurgia em 2008, não resolveu, mas tudo continuou mais normal. 2011 meu pai faleceu, toquei a empresa dele até 2013, ano que meu irmão mais novo se envolveu mais e como todo dia era uma “luta”, conforme descrito nos sintomas que você apontou neste post (ideação paranoide, relacionamentos instáveis, oscilações de humor, etc) fui me acomodando e me afastando cada vez mais do trabalho. Como estava “com a vida ganha”, tirando meu salário da empresa, desde 2013 parei de frequentear a empresa e me acomodei 100%. Isso me gerou mais ansiedade, e comecei a beber frequentemente (apenas cerveja de início). Passei a fumar maconha periodicamente, tomar bebidas mais fortes, acordar tarde, não ter compromissos, comia demais (descontava na comida esse descontentamento), enfim… viver sem nada a fazer. Acordava meio dia, enrolava de tarde, bebia a noite e fumava maconha antes de dormir. Sempre ansioso, mas acho que pelos sintomas aqui descritos não tive força pra mudar as coisas.

Fiquei nessa rotina até final de 2014, procrastinando tudo, não trabalhando, bebendo muito e usando maconha. Ano passado tentei mudar um pouco, mesmo com a angústia que qualquer atitude gerava. Vergonha de sair na rua, vergonha de conversar com amigos, família, etc. Sentia vergonha do meu estilo de vida. Voltei pra terapia, a psicóloga me aconselhou ir a um psiquiatra, mas não queria tomar remédios. Tentei outras alternativas, li bastante (foi quando entendi um pouco mais do que estava sentindo), fiz acupuntura, meditação, tentei voltar ao trabalho, porém sem sucesso (qualquer obstáculo, confronto, discussão me trazia pra baixo de forma agressiva, fazendo eu descontar na bebida/maconha). Porém me forcei a acordar cedo, buscar melhorar no meu dia-a-dia. Continuei bebendo, mas fumando menos, tentando melhorar. Porém, sem sucesso. Fiquei 2015 inteiro assim, buscando alguma forma de trabalho, tentei montar uma empresa, mas a ansiedade me fazia procrastinar tudo. No final do ano passado parei com a maconha, continuo bebendo porém de uma forma mais “aceitável”, e acredito que vou ter que aceitar o conselho da psicóloga e ir conversar com um psiquiatra. Marquei consulta para mês que vem, porém alguns dias me dão vontade de cancelar, mas por enquanto sigo com ela marcada.

Perdão pelo “desabafo”, mas lendo o seu post (um dos que mais me instigou a buscar algum tratamento), me deu vontade de falar pelo que estava passando. Beijos.

    Ana Maria Saad · 19 de abril de 2016 às 16:27

    Eduardo, obrigada pelo comentário. Fico muuuito feliz de saber que este texto te ajudou a entender mais e a buscar ajuda. Pois tudo se resume a uma coisa: autoconhecimento. enTão os vícios, os sintomas, o diagnóstico nada mais são do que sinais de que algo em vc não vai bem. E isso meu amor, só com boas terapias e persistência na mudança de estilo de vida (combinação de tratamentos, não só a análise, yoga, meditação, exercício físico, alimentação, etc..) pra vc descobrir os gatilhos que te levam a se comportar dessa maneira. Normalmente, isso tá ligado à infância e à família (pelo seu caso, tudo indica isso, afinal vc já até identificou o primeiro momento do pânico). Então te convido a assistir a série Saúde da mente, no Youtube, e se inscrever no link abaixo onde trago as terapias que você pode buscar e que são mais efetivas pra estes transtornos.Inclusive pra vc saber oq esperar de um bom médico!
    Veja a série aqui: https://www.youtube.com/watch?v=1TTlMA-5hJ0
    Se inscreva e baixe o guia: anamariasaad.com.br/inscreva
    Qualquer dúvida estamos à disposição. Se se identificar com nossa proposta, volte a entrar em contato! E força que tem jeito! vc ta no caminho!

      Eduardo · 20 de abril de 2016 às 14:03

      Mariana, obrigado pelo retorno! Vou ver se assisto a série sim. Só fiquei com uma dúvida, se puderem me esclarecer… Vi alguns posts e respostas nos comentários onde foi falado que o caminho não é recorrer a remédios. Como falei anteriormente, já tentei muita terapia tradicional (tive uma oportunidade de ir numa daquelas “constelação familiar”, acho que é assim que se chama, mas acabou não acontecendo na minha cidade), acupuntura, meditação, mudança de hábitos, etc, mas nada me tirou essa ‘angústia’ e ansiedade que sinto no dia-a-dia, então penso que talvez recorrer a um psiquiatra e tentar algum remédio seja um bom caminho para mim. O que me dizem?

      PS: mencionei a terapia de constelação familiar pois vi muitas dicas de vocês voltadas para terapias alternativas, ou integradas, não sei a forma correta de me referir a isso, mas quis dizer que onde moro não tenho conhecimento desses outros métodos, portanto toda a terapia que já fiz foi a tradicional.

      Obrigado pelas dicas novamente. =)

Patricia · 26 de março de 2016 às 19:30

Ual! Estou completamente apaixonada pelo site, vim ate esse link procurando entender melhor o transtorno que a personagem principal do filme Garota Interrompida passa, amo psicologia <3 Obrigada por esclarecer tantas duvidas. Parabéns pelo impecável site!!

    Ana Maria Saad · 22 de abril de 2016 às 14:59

    Paty, meu amor, obrigada pelo carinho! Que bom que gostou, realmente fazemos um trabalho pioneiro e ja conseguimos ajudar muita gente. Então sempre que puder divulgue nossos posts e vídeos, isso ajuda muito! Bjoks!

Renata · 28 de fevereiro de 2016 às 18:07

O borderline pode sofrer também de muita ansiedade e fobias? Quero dizer a TAG é um sintoma de quem sofre de borderline ou é só mais um transtorno?

    Ana Maria Saad · 22 de março de 2016 às 15:53

    TAG é um transtorno. Mas Renata, não se apegue ao diagnóstico, pois eles mudam e são imprecisos mesmo. Não há um só tipo de diagnóstico, os sintomas se conversam em diferentes “rótulos”. oq importa é: focar na saúde e como vc pode fazer pra buscar saúde. Se quiser, veja estes dois vídeos pra entender a nossa proposta de reflexão sobre a doença: https://www.youtube.com/watch?v=FcxZWuRrbvE
    https://www.youtube.com/watch?v=G2U2Y_f9L8g
    Se se identificar, volte a nos escrever que te orientaremos onde buscar as ajudas certas. Um beijo.

Rosi Costa · 16 de fevereiro de 2016 às 21:03

GOSTEI MUITO E CONSEGUI CLAREAR MUITO OS SINTOMAS DE MEU NAMORADO. DEPOIS DE 4 ANOS JUNTOS SÓ AGORA ELE COGITA PROCURAR MÉDICO E TRATAR

    Ana Maria Saad · 19 de fevereiro de 2016 às 09:35

    Que bom Rosi! Fico feliz por vcs! Então se inscreva aqui neste link abaixo e pegue o nosso guia “2 macetes para melhorar de vez, e o melhor, sem se entupir de remédio” pois ele te dará bastante orientação neste processo de buscar as ajudas CERTAS. Muit atenção, pois existe mt médico e terapeuta despreparado por aí, ok? Ganhe conhecimento para não ser refém deles! Se inscreva aqui: anamariasaad.com.br/inscreva
    Bjoks!

      Beatriz alves · 4 de junho de 2016 às 23:27

      Tenho uma filha bipolar e faz um ano que o seu psiquiatra tambem diagnostico ela com borderlaine.conviver com ela as vzs é bem dificil,alias toda a minha familia esta ficando doente.no inicio do ano ela tentou o suicidio.ficou internada 2 meses.seu psiquiatra ja mandou toda minha familia fazer terapia em grupo,mas estamos bastante cansados para isso.mas acredito que um dia iremos procurar ajuda pra familia.resumindo as vzs é bem dificil conviver com ela.

        Mariana Bottan · 9 de junho de 2016 às 18:24

        Beatriz, o que te recomendaria buscar é a constelação familiar. Esta é a grande chave pra compreender o ambiente familiar doente. e não precisa ir todo mundo. Aqui nesta série de posts, que vc encontra no item 2 deste GUIA, vc entenderá as razões por trás do adoecimento da sua filha e como funciona a constelaçao familiar (e pq ela é tão importante). Força q tem jeito: http://www.anamariasaad.com.br/guia-vencer-a-depressao-e-ansiedade-panico/

Rosimeire jacinto · 24 de novembro de 2015 às 09:52

Gostaria de saber se a pessoa nasce borderline ou se ela pode desenvolver os sintomas na vida adulta?

iara · 23 de outubro de 2015 às 14:52

sera que meu comentario foi aprovado??

    Ana Maria Saad · 23 de outubro de 2015 às 18:40

    ja vai ser! bjokaaaaaaaaa

guilherme · 22 de outubro de 2015 às 18:06

sim eu sofro da sindrome, fui diagnosticado, e infelizmente diagnoticado tardiamente…por minha impulsividade fui parar em uma prisão, afastei de mim todos q amava..não vejo saída nenhuma dessa situação!!!!!!!!

    Ana Maria Saad · 23 de outubro de 2015 às 18:51

    Guilherme conhecimento é a primeira saida.

    e pra ganhar conhecimento: se inscreve no site http://www.anamariasaad.com.br e vc podera baixar de graça um guia que vai te ajudar.

    bjoka

Iara · 21 de outubro de 2015 às 11:57

Oi Ana Maria

Que bom encontrar seu site e poder melhor entender meu transtorno. A muito tempo atras eu tava muito mal, depressiva, doente msm, a ponto de nao querer fazer mais nada. Percebi que as coisas nao estavam mais dando, que tinha chegado no meu limite. E gracas Deus fui procurar ajuda! Procurei um psiquiatra o que foi muito bom. Me passou remédio e tive uma melhora e quando “achei ” que tava boa parei o tratamento. Sempre leio muito sobre esses assuntos pra melhor entende-los e procurar a ajuda certa. Ja pensei que tivesse transtorno bipolar, dependência emocional, depressão, mas o que mais se encaixa é a Personalidade Borderline. Hoje sei a diferença do Borderline pro transtorno bipolar.Quando fui ler sobre o Transtorno Borderline percebi como os sintomas são parecidos. Me indentifiquei de cara. Acho que sera mais fácil entender e fazer o tratamento. Tenho muita dependência emocional, sou possessiva ciumenta, impulsiva carente ao extremo e sinto essa sensação de vazio. Sinto essa necessidade de relacionamento para preencher o vazio. Sempre tive relacionamento sérios e longos (e conturbados). Me apego muito facilmente e me torno dependente e carente emocionalmente. Sou muito amorosa e carinhosa com meu namorado, mas tenho instabilidade de humor e essa dependência. Cobro muito dele, as vezes acho que ele não me ama, não se importa comigo. Tenho muito medo de rejeição.E agora que descobri o que é ser Borderline percebo que to fazendo mal pra ele. Acredito que eu seja Borderline devido a traumas do passado. Abandono do meu pai dentre outras coisas. Mas eu quero ajuda! Quero melhorar. Vou voltar ao psiquiatra e a fazer terapia. Nao quero estragar mais ainda meu relacionamento (se é que ainda da pra salvar). Meu namorado tem sido paciente e é uma boa pessoa, quero fazer dar certo. Outra coisa: Meu humor tem oscilado muito tambem tem dia que acordo bem, determinada, focada nos objetivos, mas tem dia que acordo triste e desanimada, com vontade de desistir de tudo sabe. Ficar na cama, deprimida, nao quero comer nem nada. Tenho medo de ficar sozinha e ser infeliz. Medo de nao dar conta, sinto muita agustia e insegurança pois tenho uma filha de 8 anos que precisa de mim e as vezes acho que nao vou dar conta de cria-la por causa desses problemas psicologicos (tenho medo de deixa -la doente tambem). Me ajuda Ana! Quero viver bem e com saude! Saúde emocional pra lidar com os problemas e com as adversidades do dia a dia. Quero ter condições psicológicas e emocionais pra cuidar bem da minha filha, pra poder ter um relacionamento saudável com meu compaheiro e viver bem e feliz. Desde ja gardeço

    Ana Maria Saad · 23 de outubro de 2015 às 19:00

    Iara amada,

    primeiro vc não é borderline, nem depressiva nem bipolar. E como sei disso?

    Ninguem é uma doença. Vc esta assim, mas isso pode ser mudado se vc focar em gerar saude.

    como?

    se inscreve no site: http://www.anamariasaad.com.br pra ganhar um guia que vai te ajudar a buscar o tratamento certo.

    e leia essa materia:http://www.anamariasaad.com.br/medicina-integrativa-e-mesmo-segura/

    essa é minha grande ajuda amada: te dar conhecimento pra vc iluminar seu caminho e saber por onde ir.

    leia o guia e materia e vamos nos falando

    bjokaaaaaaa

Katia · 19 de outubro de 2015 às 09:44

Ana , bom dia!
Minha enteada tem 17 anos e foi diagnosticada com a sidrome Borderline.
A mãe, como não teve paciencia com a situação, já que foi a causadora de todo esse transtorno da filha (porque oque ela queria era o amor da mãe) a colocou para fora.
Meu marido, não consegue lidar com a situação mas está se esforçando.
Ela já se mutilou varias vezes e agora tem uma deformação de personalidade, querendo se fazer de menino, com o intuito de ver se assim consegue o amor e atenção da mãe.
Como devemos lidar com essa situação?
Devemos repreender esse comportamento de querer se vestir, e se comportar como um menino?

    Ana Maria Saad · 23 de outubro de 2015 às 19:15

    Katia,

    ela precisa de ajuda profissional e vcs tb pra poder lidar com a situacao da melhor maneira possivel e reverter todo o estrago dos pais.

    que tipo de ajuda buscar – basta vc se inscrever no meu site pra ganhar um guia que fiz com mto cuidado pra te ajudar justamente nessa questao: http://www.anamariasaad.com.br

    e na minha opinião: o comportamento dela nao tem nada demais, ela precisa saber que tem apoio pra se expressar. ela nao ta fazendo mal pra ninguem se vestindo de menino, ta? E se ela realmente se sente um menino, tem o direito de escolher como se comportar.

    quem se incomoda é por questao de preconceito e medo do que os outros vao pensar. mas o que os outros vao pensar nao importa, o que importa é que se ela se sinta bem!

    a Angelina Jolie, a atriz que tem um bocão, sabe? tem uma filha que gosta de se vestir como menino e se comportar como menino e os pais apoiam.

    A top model Lea T, ja ouviu falar? Ela é filha de um jogador de futebol brasileiro e desde nova se sentia mulher, mas ela nasceu homem.

    Com apoio da familia ela virou mulher, o pai dela disse que independente dela ser homem ou mulher ele amava ela de qq jeito. isso é apoio, isso é amor: respeitar a individualidade do outro.

    essa menina pelo jeito ja passou por rejeiçao demais na vida… ta na hora de ser acolhida pra curar as feridas…

    bjokaaaaaaaaa

      Katia · 26 de outubro de 2015 às 10:41

      Oi Ana!

      A questão da repreensão do comportamento não é por conta de preconceito ou no caso dela ser homossexual.
      É que para nós está nitido que ela quer agredir a mãe de qualquer forma (no caso querendo ser menino) para chamar a atenção dela porque quis tanto ser amada e não foi.
      Meu marido não está repreendendo essa questão dela ficar assim.
      como ela está morando conosco agora, pensamos em falar que ela não precisa mais tentar agredir a mãe de qualquer forma.
      E realmente ela passou por muita rejeição principalmente logo depois do nascimento da irmã. Foi deixada de lado por toda a familia.

Deise · 14 de outubro de 2015 às 13:29

Boa tarde, socorrroooooo…. Não aguento mais meu marido!!! Fazem 10 anos que ele perdeu a mãe, entrou numa depressão profunda, pânico e por aí vai…. diante desse quadro (ainda namorava) procurei ajuda, fui ao psicologo pra poder ver como eu o ajudaria, já que ele não achava que precisava de médico, ainda mais psiquiatra! Bom… consegui ele foi, fez tratamento, tomou fluoxetina por vários anos… até que se sentindo melhor abandonou o tratamento…. depois disso foram diversas crises, mas até então de trsiteza profunda e ansiedade, frio na barriga e assim foi… casamos, perdi meu primeiro filho, a depressão dele voltou, engravidei novamente, tivemos nosso primeiro filho, com crises de depressão e estabilidade assim fomos vivendo…. até que uns 2 anos atrás, por ter novamente parado o tratamento, a depressão dele já não era mais tanto de tristeza e sim de estado de irritabilidade, nervoso, explosivo, com todos, principalmente comigo, tudo o que acontecia ou não acontecia era culpa minha, já nessa época achava que estava a ponto de separar… mas como amo e sei do problema tive ainda mais paciencia e relevei até q voltasse a se tratar, sem convenio médico, teve que ir pelo SUS, onde o Dr. diagnosticou a bipolaridade, tratou novamente, melhorou…. mas adivinha? abandonou o tratamento pq estava se sentindo bem! Pra resumir…. hj estou com ele totalmente irritado, explosivo, sempre de cara feia, brigamos muito, e do nada qdo vamos dormir quer namorar? Como assim… como se nada tivesse acontecido anteriormente! E juro, não dou mais conta disso tudo! Teve uma discussão dele com minha família, onde foi falado um monte sobre como ele tem sido comigo, deve ter sido tocado num ponto fraco, resumindo foi a ipor noite da minha vida, ele ficou irreconhecivel, chegou a querer se matar (onde lógico não permiti) resumindo perdeu amizade com meus pais e minha irmã e proibiu todos de virem à minha casa… tenho sofrido muito com isso tudo e o que vejo na vdd é cada vez mais ódio, rancor, ele não consegue entender, esquecer, seguir em frente deixar pra trás o q aconteceu, tenho rezado muito p/q ele dê o perdão, mas penso, rezar é ótimo, mas o que ele precisa e voltar ao médico, fazer terapia e isso ele diz na minha cara que quem tem problema sou eu, eu sou o problema dele e as ofensas por aí vai…. já são 10 anos de casada com ele!!! Estou megamente cansada e nem sei mais como agir!!! E pra terminar ele disse que quer se separar, eu que me fod… com tudo e que ele não está nem aí!!!

    Ana Maria Saad · 16 de outubro de 2015 às 14:04

    Deise,

    o problema nunca é o outro meu amor, por mais que vc discorde e me odeie por te dizer isso: o problema nunca é o outro!

    seu marido pode estar doente, mas e vc? mesmo sofrendo, mesmo infeliz continuou 10 anos com ele por que? vc acha que merece sofrer e viver mal? e qdo finalmente ele te deixa ir vc acha ruim?

    talvez vc sofra de co-dependencia, sabe o que é isso?

    como diz na wikipedia: qdo vc ta ligada fortemente emocionalmente a uma pessoa que tem um comportamento problematico. Ao inves de ajudar o dependente, no caso seu marido que esta doente, vc acaba reforçando seu comportamento patologico.

    “O codependente acredita que sua felicidade depende da pessoa que tenta ajudar, e assim se torna dependente dele emocionalmente, sendo excessivamente permissivo, tolerante e compreensivo com os abusos do outro, mesmo que este seja excessivamente controlador, perfeccionista e autoritário. É comum que o codependente coloque as necessidades do outro, acima de suas próprias.

    Ao mesmo tempo que a codependência causa sofrimento ela também pode ser fonte de auto-estima e fazer parte da identidade”

    Quer saber mais leia o artigo todo aqui:http://bit.ly/1G9MNgG

    E vc deve buscar ajuda terapeutica, onde?

    se inscreve no site pra http://www.anamariasaad.com.br pra saber

    bjokaaaaa e força na peruca!!!

D. · 8 de outubro de 2015 às 08:03

Oi Ana, há um mês estou numa fase muito terrível, numa intensidade pouco sentida antes. Desde 2013 me diagnosticaram com depressão e tomei o Cymbi, mas nunca tomei direito por desacreditar nesse diagnóstico. Nesse último mês tenho percebido que minha forma de ver o mundo parece distoar um pouco do que é normal, passo por muitas oscilações durante o dia e geralmente acabo ele me sentindo frustrada e com culpa. Cansada de ouvir discursos contra a medicalização mas que apenas SONHAM num atendimento a pessoa com intenso sofrimento psíquico que não ocoorre de verdade, de ouvir dos meus pais que quando me altero é porque não estou tomando remédio e sou louca, ouvir de namorados que não sou deprimida nada, não preciso de remédio, deixei a medicação mas mesmo fazendo terapia me sinto sem suporte. Assim, fui consultar duas amigas minhas que são amigas próximas há 8 anos. Uma disse: ” pra mim você tem altos muito altos e baixos muito baixos”, a outra me disse “você é oito ou oitenta”, desde então fui pesquisar mais sobre transtornos e me deparei com esses dois que me vejo melhor. Ainda estou com dúvidas sobre as diferenças desses transtornos, seria apenas a oscilação mais rápida do humor? Gostaria de saber se tem dicas de apoio em Brasília.

Reisla · 28 de setembro de 2015 às 15:13

Olá
estou desconfiada que meu noivo sofre de síndrome borderline.
Ele é uma pessoa extremamente controlada em relação a finanças, organizado, perfeccionista até de mais, gosta das coisas no seu lugar sem um milímetro desarrumada, adora crianças e ser brincalhão com as pessoas, ajudar quem precisa.
Mas muda de comportamento repentinamente, por exemplo, se alguém não responde uma msg na hora ele se estressa, ou se você não atende uma ligação, ou se ele está falando você por uns segundos e vc se distrai do assunto, ele para de falar e não repete mais. Vive sempre no passado, se alguém fala algo que ele não aceita, ele fica com raiva por dias. Chora com muita frequência, é depressivo, afasta os amigos dele com comportamentos infantis, por ficar com raiva de tudo, acha que sempre é o certo em tudo, nunca assume seus erros, pois as pessoas sempre estão erradas e contra ele, acha que as pessoas querem o seu mal, se compara com outras pessoas, interpreta as coisas da maneira dele sem querer nem saber qual foi a maneira real da mensagem enviada, quando fica com raiva de alguma pessoa, fica dias sem ir atrás ou conversar normalmente, e quando decide conversar, finge que nada aconteceu.

    Ana Maria Saad · 1 de outubro de 2015 às 18:26

    Oi Reisla,

    pelo que vc descreve ele precisa de ajuda, mas ele quer ajuda? Ele assume que algo está errado ou acha que é natural viver nessa vida sofrida e dramatica?

    pra saber que tipo de ajuda buscar se inscreve no site pra ganhar um guia que vai te ajudar: http://www.anamariasaad.com.br/

    e saiba que nao adianta vc querer ajudar quem nao quer ajuda. vc pode jogar a corda pra quem ta no fundo do poço, mas pega-la e sair dele é esforço de quem ta la embaixo, entende?

    bjokaaaaaaaaa

George · 28 de setembro de 2015 às 10:33

Me chamo George tenho 40 anos e vi ontem Monique Evans falando que sofria de borderline, achei muito parecido com os sintomas que eu tenho, tais como acordar triste, meio angustiado e um vazio dentro de mim sem motivo. E tudo isso com picos repentinos, logo depois começo trabalhar e tudo passa, mas sempre tenho isso. Será que tenho borderline? Obg

    Ana Maria Saad · 1 de outubro de 2015 às 18:28

    George,

    querido vc pode ter algo sim, mas pra saber so consultando um bom medico.

    qual?

    se inscreve no site pra ganhar um guia e saber onde procurar ajuda:http://www.anamariasaad.com.br/

    e saiba que independente do que vc tenha, vc tem o potencial de saude dentro de vc que quando for despertado ira mandar qq transtorno embora, entende?

    bjoka

      George · 19 de fevereiro de 2016 às 09:57

      Obrigado Ana Maria, vou procurar um especialista pra tirar minha dúvida!!! Deus te abençoe!

Léo Ribeiro · 15 de setembro de 2015 às 16:29

como sei se meu comentario foi aprovado ?

Léo Ribeiro · 15 de setembro de 2015 às 16:18

Olá , minha namorada foi diagnosticada com esse disturbio . E estamos passando por uma barra com tudo isso . tem sido muito dificil , pra mim inclusive lidar com tanta coisa . Ela já esta se tratando e faz terapia , a psiquiatra dela passou um novo remedio . mas eu ainda não sei bem como posso ajudar , me mantenho ao lado dela e encaro o que vier , fico feliz nos leves momentos em que tenho minha namorada de volta . e sinto muita falta da minha parceira comigo . ela não se abre pra mim , oq me faz sentir bem solitario . ela acaba de melhorar de uma crise de panico , só que esta super mal humorada rs . e eu ja não quero mais brigar nem nada . se alguem souber algo q ajude ou qualquer apoio ou conselho m sou muito grato . pq a amo e não deixa-la só .

    Ana Maria Saad · 15 de setembro de 2015 às 17:34

    Leo,

    ela precisa de apoio e carinho.

    Agora é o momento de realmente sentir o amor e coloca-lo em pratica.

    Nao é facil lidar com quem está passando por esses transtornos, mas se ha amor, ha presença e paciencia!

    E pra ajuda-la: busque conhecimento, fuce aqui no site pra ajuda-la a buscar os profissionais certo!

    bjoka e boa sorte

      Léo Ribeiro · 15 de setembro de 2015 às 18:07

      Muito obrigado , já fucei o site inteiro e tenho que admitir que foi o melhor que eu encontrei ! graças a Deus acredito que ela esteja sendo tratada por otimas profissionais , eu que preciso aprender a lidar mais com isso , e ser mais forte .

        Ana Maria Saad · 15 de setembro de 2015 às 18:26

        querido, nao é ser mais forte nao. mas aceitar sua fragilidade tb!
        aproveite essa situaçao pra aprender sobre vc mesmo e pra amar!
        bjoka e boa sorte

Camila Okimura · 1 de setembro de 2015 às 10:08

Fui diagnosticada com Borderline há dois anos, após sofrer de depressão pós parto.
Foi a pior época da minha vida! Não queria nem chegar perto dos meus filhos.
O psiquiatra que me atendeu me passou uma medicação (não me lembro o nome), mas eu preferi não tomar. Os efeitos colaterais iriam me privar de fazer diversas coisas…
Sempre guardei tudo isso pra mim. Não contava nem para minha família, pois para eles isso não passa de frescura. Mas só quem tem, sabe o quanto é ruim conviver com esse distúrbio.
Depois que comecei a me abrir e contar as pessoas o que eu tenho e como me sinto, melhorei bastante. Ainda tenho algumas recaídas. Mas nada tão forte como era antes…

    Ana Maria Saad · 1 de setembro de 2015 às 20:10

    Camila, sabe que eu comecei a melhorar depois que passei a falar da minha historia. Quando a gente assume o que ta passando fica mais facil de transformar.

    E vc faz terapias? que tipos?

    grata por vc estar aqui!

    bjokaaaaaa

bruno · 25 de agosto de 2015 às 04:49

bom dia!
eu namorei uma boderline e saí muito machucado sentimentalmente, pois a mesma me pediu ajuda financeira pra alugar uma casa, mas no dia seguinte um ex do passado reapareceu na casa dela e então a mesma me traiu, me ignorou por dias, pos fotos deles no whatsapp e assim me senti um lixo. logicamente reagi com insultos, botando pra fora td o que eu sentia, porém fiquei muito chocado com fotos dos dois e declarações de amor no facebook. fui um excelente namorado, apresentei ela a mi ha família, amigos e sócios, como também sempre conversei muito, procurando orientá_la e sempre colocando a sua auto estima em bom destaque. depois de td, a mesma me bloqueia no whatsapp e diz a terceiros que sou um doce, companheiro e etc, mas eu não sei como lidar com td isso, pois com tudo ainda gosto da mesma.
poderiam me aconselhar por favor?!

    Ana Maria Saad · 1 de setembro de 2015 às 20:57

    Bruno,

    Vou te perguntar coisas que vc nao vai gostar:

    Mas antes: sua ex é apenas um espelho daquilo que está em vc. As suas fragilidades, seus medos, suas inseguranças… Todas se refletem na relação.

    Sua mente consciente escreveu esse desabafo, que é apenas um leve esboço do que realmente rola no seu inconsciente. O outro é uma otima ferramenta pra gente descortinar nosso inconsciente,sabia? E quanto mais alerta vc estiver a respeito do que se passa no seu inconsciente, menos vc sofre.

    Então vamos tentar descortinar seu inconsciente?

    Vc gosta mesmo dela ou seu ego ta ferido, querendo provar que vc pode te-la de volta pq ela te fez se sentir um lixo?

    Vc gosta dela, ou seu ego ta inconformado por ela ter dispensado vc, que é um “bom partido” e mesmo assim ela te fez se sentir um lixo?

    Vc escolheu uma namorada que está debilitada emocionalmente, sera que porque assim vc achava que poderia ter garantia dela ficar contigo e jamais te tratar como lixo? “Ela ta fragilizada, entao é mais facil de domina-la e de ter o reconhecimento que mereço”. Mas pra vc conscientemente, vc estava apenas sendo um “excelente namorado”, amoroso…

    Ou sera que sua auto estima é baixa e inconscientemente vc acha que merece alguem que te desvalorize? Que te trate como lixo?

    Sera que no fundo vc acha que nao merece ser feliz? Por isso escolheu uma namorada que te tratou mal? Te traiu? A gente atrai aquilo que ami tememos ou que achamos inconscientemente que merecemos…

    Ou sera que vc, assim como ela, adora viver no drama, na confusão?

    Ou será que vc precisa de alguem fragilizada, que precise de sua orientação, pq vc precisa se sentir superior, do bem e saudavel?

    E reflita querido, pq o fato dela ser borderline nada tem a ver. Casais se traem o tempo todo, mesmo sem transtorno mental.

    Essa situação de sofrimento que vc passa, é uma grande oportunidade pra vc se conhecer mais.

    boa sorte!

Flavia · 2 de agosto de 2015 às 01:14

Ana Maria, nao sei se o que eu sinto é borderline. Sempre que saio de casa e da minha rotina (que eh super agradavel pra mim) e vou passar dias longe de casa me sinto mal. Nos primeiros dias é tudo novidade e por isso fico empolgada mas depois de uns 8 dias comeco a sentir como se eu nao estivesse no ambiente (desrealizacao?) associado a taquicardia, boca seca e panico. Percebo que melhoro quando ocupo minha mente. Fico o dia todo oscilando. Voltei pra minha casa mas continuo assim. Agora parece que tudo esta triste. So da vontade de dormir. Nao tenho apetite. Ainda sinto a desrealizacao tambem. Voce pode me indicar alguma coisa pra eu ler ou fazer? Grata

Eliane · 30 de julho de 2015 às 00:20

Show de bola esse assunto.????✌

Priscila · 28 de julho de 2015 às 20:07

Eu costumo sentir muitos destes sintomas, mas a mudança de sentimentos não é de um minuto pro outro, às vezes fico uns dias de um jeito, e um dia de outro, ou semanas…. Eu não tenho um ciclo exato de emoções, mas não muda todo dia…
Isso poderia ser caracterizado somente como bipolaridade?E também sou A neurótica em pessoa, crio situações que só a cabecinha criativa de uma neurada conseguiria :p
Pelo menos é bom saber que não sou a única, e sei que muito do que penso, está só na minha cabeça mesmo. Pra me ajudar, muitas vezes penso como uma segunda pessoa me acalmando, explicando que é algo da minha cabeça, e fico quietinha esperando passar…..

    Ana Maria Saad · 30 de julho de 2015 às 23:45

    Pri,

    Vc ja descobriu pq sua cabecinha ficou assim?

Anônimo · 8 de julho de 2015 às 21:32

eu tenho trantorno de bordelaine eu sempre auto me mutilo a vontade e muito grande

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