fbpx

suicida sobrevivente

Me tornei uma Suicida Sobrevivente sem vergonha, e sabe por quê? Confraternizações nunca foram meu forte. Se um grupo tem mais de 4 pessoas pra mim já é uma multidão.

Eu não gosto muito de multidões, prefiro indivíduos, porque a conexão pode ser mais profunda, ui adoro profundidade!

E não é sempre que tenho saco pra “small talk” grupal, aquelas conversas fiadas dos normalóides, sabe? Mas, quando tô inspirada também… sai de baixo! Viro uma tagarela de fazer gosto aos normalóidicos mais ortodoxos.

Mas… isso é beeeeem raro hoje que tô curada dos transtornos mentais que tive, imagine na época em que ainda estava mal!

Sim, socializar com normalóides pra mim era “uó”!

Me sentia um peixe fora dágua já que a doença ocupava um papel significante na minha vida, mas eu não podia falar dela porque quando você fala que tem depressão ou qualquer outro transtorno da cachola com pessoas que vivem na bolha e que são preguiçosas em exercer a empatia, fud#@.

Se prepare pra avalanche de idéias pré-conceituosas que vão te deixar pior.

"Socorro, estamos em meio a uma epidemia de normaloidite? 
São muitos normalóides!" 
Ana Maria Saad

Depressão preconceito

Suicida Sobrevivente

Uma vez numa escola de “Yoga” que frequentei (onde me tornei uma Suicida Sobrevivente sem vergonha), comentei timidamente (e mentirosamente) com o dono que já “tinha (só) pensado” em suicídio, e sua resposta foi: “eu tenho 33 anos e tem tanta coisa que eu ainda quero fazer na vida!“.

E o bonitão desembestou a me dar lição de moral falando de si e das 100 coisas magníficas que ele faria antes de morrer. ESCUTAR o outro não era uma delas.

Que por#@ então eu estava fazendo nesse tipo de escola de “Yoga”?

Justo eu, com um histórico de família disfuncional, pai abusador, duas tentativas de suicídio e na época em tratamento com 4 profissionais diferentes que estavam me fazendo encarar questões até então evitadas, o que me causava a necessidade de compartilhar isso com os outros.

Porém ficou claro que esse compartilhamento não era bem vindo na tal escola de “yoga”, que se mostrou  ser só mais um local normalóidico onde era preciso estender o fingimento de que “estava tudo bem”.

Por quê então fiquei nessa escola? Era o que eu conhecia perto de casa e eu não sabia das coisas ainda.

E eu AMO YOGA, tá! Suas práticas transformaram minha vida e a metodologia desse pessoal era baseada nas técnicas de Yoga e me fazia bem, então eu filtrava suas bobagens, tipo a saudação ao pseudo-mestre deles e beleza.

O que foi ótimo pra eu descobrir que podemos sempre aprender algo útil em todas as situações.

Lá eu aprendi a filtrar o que me serve, além de encarar a minha impaciência e intolerância com os normalóides.

irritação

Mas… um dia em um suposto Sat Sanga eu rasguei a etiqueta social.

Sat Sanga é uma palavra sânscrita, Sat significa “verdade” e Sanga significa “reunião”. No Yoga o Sat Sanga é um encontro dos praticantes.

Nos Sat Sangas dessa escola que eu frequentei, entoava-se mantras em torno de uma mesa com flores e comilanças pra depois comer, papear e abraçar a vida.

Um dia em um Sat Sanga, eu já estava comendo à beça – graças à compulsão alimentar – e enquanto eu enchia a pança disfarçadamente, o pessoal conversava sobre pessoas bem sucedidas profissionalmente ou financeiramente:

Ele é o maior advogado de SP; Fulana é amiga do chef tal que mora em Paris; Ele é zilionário, vai de helicóptero pros retiros. Cicrana é a campeã de coreografia de yoga; Eu sou advogada e tô indo agora trabalhar no escritório ‘bambambam'.  E você Ana Saad, o que você é?“.

Aff, justo eu que não tinha nenhuma glória pra contar!

Meu sobrenome é Saad, mas sou do núcleo pobre, na época nem profissão tinha, estava em tratamento, agarrando a vida na unha e tentando sobreviver em meio ao turbilhão de encarar as causas de ter adoecido.

Eu tava “mal na fita”, não tinha como participar daquela conversa nem se quisesse.

disfarça crazy eyes

Mas, me surpreendi quando abri a boca, ainda com resquícios de brigadeiro, no meio daquela roda de quase 20 normalóides que vivem na bolha, e agora estavam curiosos pra saber ‘o que a Ana Saad era'.

Eu disse alto: “Sou SUICIDA SOBREVIVENTE.”

Lembro da cara de surpresa constrangida da advogada loira que me fez a pergunta, seus olhões esverdeados se arregalaram e seu sorriso foi se desmilinguindo em câmera lenta.

Umas risadinhas ecoaram como seu eu estivesse brincando e fosse dar continuidade a piada, mas como permaneci quieta e enfiei o vigésimo brigadeiro na boca, um constrangimento geral se instalou.

E eu complementei: “fiz um filme sobre suicídio e depressão.

Adoraria te contar que esses normalóides então quiseram saber mais, mas você sabe que esse não é o caso.

Um instrutor pegou um derbak que estava por ali e deu umas batucadas, alguns pegaram coisas de comer, tive a impressão de ver alguem enfiar o japamala na boca por engano – japamala é esse colar da foto que lembra amendoim  – e conversas paralelas se iniciaram como se nada houvesse sido dito.

colar yoga

Mas eu disse tudo o que libertaria a espontaneidade em mim. Acho que eu não era espontânea desde os 5 anos de idade!

E essa espontaneidade abriu espaço pra eu me aceitar mais, abraçando minha história de vida por mais ingloriosa que fosse, e até me orgulhando dela, mesmo sendo tão diferente do meu entorno.

Então antes de você se sentir pior por não corresponder às expectativas da sociedade a sua volta, antes de você se sentir um peixe fora dágua no mundo, assista a este curto episódio da Ana TV – Saúde da Mente:

Gracias por nos visitar!

E lembre que bost#@s acontecem na vida, faz parte e você não tem controle sobre isso. Mas você pode controlar o modo de encarar essa merd#@ toda. Eu te convido a usá-la como adubo para seu crescimento interno, topa o desafio?

Foto peladona: Ana Maria Saad - montagem zueira de ET
Gifs: Feitos por amigos
Foto Japamala: Dkaminskij
Categorias: Cura

Ana Maria Saad

Te ajudo a vidar e não só sextar através do Método Rituario (Ritual Diário de DETOX MENTAL). Aprenda a meditar mesmo se sua mente não para 👽

47 comentários

Gustavo · 8 de setembro de 2016 às 17:20

Oi,Ana, agora,no ápice do desespero,da dor incessante e com 40 anos de muito sofrimento,procurando assuntos sobre suicídio,que é a vontade que tem me rodeado,ouvi suas palavras.
A única coisa que me dava uma luz de força era a ligação com minha filha de 4 anos.
Mas hj,separado,desempregado,dependendo de pessoas que me ajudam abaixo de muita discussão e desentendimento e por final a negação da minha menina,por influência da ex, estou cansado.
Dói o peito. E não tenho ninguém pra confiar.
Desculpa te importunar. Mas to perdido!
Nao sei oq fazer! Nem coragem de me matar tenho.

    Mariana Bottan · 8 de setembro de 2016 às 20:12

    Gustavo, meu amor, a vida nos traz mts desafios.. mas qnd a gente não tá bem na própria pele isso se torna um problema invencível, pq a gente não se aguenta internamente. O primeiro passo é vc buscar ajuda, mergulhar no autoconhecimento e entender a origem desta sua dor. Foque em vc e o resto com o tempo vc conseguirá resolver, mas somente se vc se cuidar e se amar antes de tudo. e isso fazemos junto com um bom terapeuta…
    Veja este nosso guia ele poderá te ajudar: http://www.anamariasaad.com.br/guia-vencer-a-depressao-e-ansiedade-panico/

    Bjoks e força, vc nao tá só!

Janaina miryam · 17 de maio de 2016 às 12:30

Oi Ana, estou precisando mt de ajuda psicologica.. tenho depressão dsd mt nova,
Ja tentei suicidio 2 vezes. Essa depressao vai e volta. Dessa vez sinto q ela esta
Mt mais forte. Nao estou conseguindo sair sozinha.. aq onde moro nao estou
Conseguindo fazer o acompanhamento pelo sus. Somente pra pegar o remedio,
Estou c encaminhamento no posto de saude mas nao sai a vaga..

    Mariana Bottan · 9 de junho de 2016 às 17:42

    Janaina, meu amor, qnd a depressão começa já desde muito nova é sinal de que vc foi uma criança ferida. Leia esta pag aqui com mt atenção, especial aos itens 2 e 3 e então vc saberá que caminhos vc deve seguir, pois só o medicamento não vai te ajudar. Mas tem solu’ão, lei e vc entenderá.
    http://www.anamariasaad.com.br/guia-vencer-a-depressao-e-ansiedade-panico/
    Estamos juntos contigo! Força!

Juliana Dacoregio · 30 de abril de 2016 às 19:54

Oi Ana! Lembra de mim? Continuo de olho nos seus posts. Não com muita regularidade, mas assino a newsletter e sempre venho aqui quando as coisas começam a ficar muito pesadas. Quero que você saiba que você me ajuda MUITO e com certeza ajuda muitas outras pessoas! Tenho vontade de te dar um abraço bem apertado de obrigada e pelo tanto que me identifico com sua história! Andei tentando negar que já estive doente e não foi nada legal. Amadureci bastante nos últimos meses, frequentei igrejas, sangas, aulas de yôga e tudo isso foi muito bom, porém também sinto falta de ser espontânea pois sei que minhas vivências são “fortes” e hoje em dia percebo o tamanho do preconceito das pessoas com relação aos “problemas da cachola”, como você costuma dizer. Enfim, só deixando um comentário pra dizer que seu trabalho é muito importante!
Beijos
Ju

    Ana Maria Saad · 6 de maio de 2016 às 11:07

    Ju, meu amor, gratidão por seu carinho! Isso é mt importante pra nós e nos dá um gás imenso!
    E olha, um puxão de orelha: não espere a coisa ficar feia pra fazer oq tem que ser feito. Pq tudo então será mt mais sofrido. Conhece a Super Di? Tá precisando dela pra se pegar pra criar td dia e não só qnd tem vontade viu? Veja aqui: http://www.anamariasaad.com.br/conheca-a-super-heroina-que-te-cura-da-depressao/

    E siga firme, só por estar fazendo yoga isso já é excelente. Aplique a meditação mindfullness tbm!
    E sobre preconceito, que vc consiga entender que se depender da aceitação do outro não nos curamos nunca. A unica compreensão e aceitação deve vir de nós mesmos, e ela já é difícil, então foque nela, pq qnd não aceitamos não há cura. Com terapias certas e autoconhecimento vc chegará à aceitação e depois disso a cura é só o caminho!

    Bjoks =) continue com a gente!

theo Motta · 18 de abril de 2016 às 15:26

Ana,grande abraço.Aos 65 anos,ainda não consegui me adaptar aos normalóides.E cá entre nós,os lokóides são bem mais divertidos rsrsrsr.

theo Motta · 18 de abril de 2016 às 15:24

Ana,estou muito atento.Obrigado e grande abraço.Tambem não consigo me ajustar aos normalóides rsrsrsrsr

Loriana · 29 de fevereiro de 2016 às 23:53

Boa noite, Ana! Estou passando por um momento difícil…bom, na vdd sempre fui vista como depressiva, aos 13 fui diagnosticada, melhorei…passei um bom tempo sem acreditar q depressão realmente existia. Hj estou com 20, casada. Não tenho perspectiva na vida, mesmo que na minha vida profissional esteja acontecendo coisas maravilhosas eu n consigo sequer ficar animada. Na vida pessoal cada dia é um desafio. Cheguei aqui agr pq há 2 minutos procurei maneiras de suicidar sem sentir dor no google. Não é a primeira vez que penso nisso, e sinto q n será a última. Não tem mais sentido….parece que morrer seria mais fácil.

    Ana Maria Saad · 14 de março de 2016 às 17:34

    Loriana, meu amor, eu te entendo. Oq vc tá passando eu já passei, assim como várias outras pessoas. Oq eu aprendi? Que só estamos curadas quando nos conhecemos de verdade e entramos em contato com a razão de termos adoecido. Se tratarmos só os sintomas, uma hora a doença bate a porta novamente. Existe toda uma mudança em nosso estilo de vida e na busca por tratamentos que deve partir de vc. Então veja este vídeo e baixe o guia gratuito que temos aqui e se vc se identificar com a nossa proposta, volte a me escrever que te orientarei os caminhos a buscar ok? Mas tenha fé, acredite na saúde que habita em vc, pq ela existe!
    Se inscreva aqui e leia este guia: anamariasaad.com.br/inscreva
    Veja este filme: https://www.youtube.com/watch?v=G2U2Y_f9L8g

Suelen · 28 de fevereiro de 2016 às 20:05

Oi Ana, o Google sempre me direciona para seu site… E em todas as vezes quando estou procurando alternativas para um suicídio bem sucedido… Eu não aguento mais, cada dia esta mais e mais insuportável viver… Vc tem uma missão mt bonita, pena que nem todos consigam “sair dessa” como vc conseguiu…

    Ana Maria Saad · 14 de março de 2016 às 17:37

    Suelen, eu entendo que pra vc parece distante sair desta dor. Mas existem caminhos, o meu caso foi gravíssimo e eu hj tenho uma vida feliz e saudável. é uma questão de acreditar em vc e realmente querer sair deste estado. As ferramentas existem.
    Veja este vídeo aqui pra vc refletir porquê quer se matar: https://www.youtube.com/watch?v=G2U2Y_f9L8g

    Se quiser sair dessa eu posso te mostrar os caminhos, mas já te adianto, todos eles dependerão de vc!
    Um beijo e força!

Raymundo C. Paula Jr. · 1 de fevereiro de 2016 às 17:46

Prezada Ana Maria e demais participantes dos posts deste tema, parabéns por abrir este assunto que infelizmente ainda é tabú em muitos meios, principalmente nas mídias. Sou voluntário do CVV – Centro de Valorização da Vida, uma ong que existe desde 1962 no Brasil, com foco na prevenção ao suicídio. A linha 141 está sempre aberta para todos que muitas vezes sentem solidão, precisando desabafar e serem ouvidos. Enfim, abrir o coração sem correr o risco de serem julgados, criticados ou repreendidos. Sempre haverá um ouvido amigo e disponível para quem ligar no CVV. Obrigado.

    Ana Maria Saad · 2 de fevereiro de 2016 às 14:52

    Obrigada Raymundo! O trabalho do CVV é de grande importância. Nós trabalhamos mostrando as causas, saídas e as ferramentas possíveis para sair desta dor. Sempre que quiserem, a ONG está aberta a contribuir com vocês. Muito grata e que somemos forças! =)

Anita · 22 de janeiro de 2016 às 22:42

Eu tenho pensado nisso também, não consegui evoluir, me sinto presa, estacionada, não vejo esperança no futuro, dois diagnósticos ruins, penso que é a melhor solução, mas é extremamente difícil achar informações corretas de como fazer.

    Ana Maria Saad · 28 de janeiro de 2016 às 12:14

    Anita, se vc não consegue melhorar será que vc não está buscando a solução no lugar errado? O que todo ser humano quer é ser feliz e viver em paz na própria pele, agora se vc está tendo essa vontade de se matar, significa apenas que não está mais tolerando esta dor. Mas o caminho pode ser outro, nõ precisa ser o suicídio. Se inscreva no nosso blog e leia este guia, veja se ele ilumina seu caminho e se achar que podemos te ajudar, estamos aqui. Que existe saída existe, mas vc precisa ter a disposição de encontrá-la em outro lugar que não seja a morte!

    anamariasaad.com.br/inscreva
    Beijoks, com amor!

renato macedo · 14 de janeiro de 2016 às 01:34

olá ana, tenho um histórico bem extenso de problems com depressão. tenho 23 anos e desde meus seis anos, idade minim que lembro de algo, sinto vontade de morrer. dentre as tentativas de suicidio e idas hospital por tomar muitos psicotrópicos. percebo que posso ser bipolar. tod vez que marco um consulta com um psicologo eu melhoro e desisto de ir. eu me extrsso demais com minha mãe e atoa sem motivo. ela sabe de tudo mas n conversa cmigo me sinto só mto so. me sinto um estorvo pra ela, tenho 23 to na fculdade de artes, não tnho emprego, me sinto um nda. dentre as fases que oscilam cada dia ou hora, eu acabei me utilizndo do sexo e de masturbação frequentemente. onde no sexo me faz ter qule prazer momentaneo mas acabo pondo minha saude em risco várias vezes e conhecendo pessoas vazias e sem sentimentos comigo, oq me faz ficar mais frustado com tudo. acabei de ver seu canal no youtube fiquei com esperanças desde ante ontem tnho estado muito mal, sem me alimentar direito e nem sair da cama. qro mudar tudo isso, qro realizar meus sonhos, construir meu mundo, qro ajudar as pessoas, qro me ajudar antes, tnho medo de mim sou meu pior inimigo sou o unico que pode destruir todos os meus sonhos. n sei por onde começar.

    Ana Maria Saad · 29 de janeiro de 2016 às 16:15

    Renato, meu querido, se vc se recorda de ter esses sintomas desde criança, é bem provável que seu problema esteja ligado a sua família, a algum trauma na infância e até mesmo na gravidez, mas que vc não tem memória consciente, mas cujos registros ficam armazenados no inconsciente.Então primeiro de tudo é preciso entrar em contato com estas questões, se houve algum trauma, re-significar ele e seguir adiante. Pq qnd fugimos de nós mesmo e não olhamos para essas feridas, elas crescem e tomam conta da nossa vida. Mas quando decidimos olhar para ela, então depois de um tempo vc perceberá que elas nem eram tão feias assim. A chave da cura é a consciência, se nao temos consciência de nós mesmos, não podemos melhorar. O sexo, assim como qlquer outro vício, são mecanismos de compensação, para fugirmos de nossas dores. Esta aula aqui vai te elucidar muita coisa, depois me conte: http://www.anamariasaad.com.br/cura-da-depressao-bipolaridade-borderline-etc/
    Então, primeiro de tudo se inscreva no link abaixo e pegue o guia “2 macetes para melhorar de vez- e o melhor – sem se entupir de remédios que elaboramos para ajudar pessoas como você que não sabem por onde começar. Veja também se achar que a ONG pode te ajudar, volte e entrar em contato e te orientamos! e não se desespere, juntos somos mais fortes e existe saída pra esse sofrimento! bjoks
    Clique aqui: anamariasaad.com.br/inscreva

Gerliane Cavalcante · 11 de janeiro de 2016 às 08:32

Oi, Ana, pra começar qria dizer q na infância da minha vida tb tentei o suicidio, pq desde criança ela sempre foi um inferno, meu pai eu pensava q ele odiava a gente, todos me achavam extanha pq qnd chegava perto de uma pessoa eu congelava, ñ conseguia dizer nada, tentei me matar com sacola na boca, ma o ar continuava saindo, tentei cortar os pulsos, mas nunca consegui somente um arranhão, cortar garganta tentei, tb nada, foi qnd conheci amigos super valiosos q falaram de Deus para mim, então fui conhecendo eles e daí o amor de Deus penetrou de vez no meu ser e foi a melhor conquista de toda minha vida, gostaria de saber se poderiamos ser amigas no facebook, sei q é mt ocupada, mas assim como vc tb qro ajudar essas pessoas como no filme ´para salvar uma vida`, já assistiu? ele prova q suicidio realmente existe mas tb coloca Deus como o autor da cura, ou seja, the love, gostaria de ser minha amiga qrida? por enquanto só tenho face.
Bjinhos a vc.
tb qro fazer trabalhos desse tipo, vc me ajuda a ajudar outros como a gente?
<3

    Ana Maria Saad · 29 de janeiro de 2016 às 14:37

    Olá Gê, que felicidade saber disso! Quando despertamos esse amor incondicional por nós mesmos é isso que ocorre. Queria te perguntar se vc fez alguma terapia, pois quando nossos problemas começam na infância, como foi meu caso, as sequelas são bem profundas e estes sintomas que vc teve são reflexo disso, por isso além da busca por esse amor que vc encontrou na religião, é mt importante que vc busque autoconhecimento tbm, para não ter recaídas! Vc pode curtir minha página no face, e lá vc seguirá o meu trabalho, eu não uso o face pessoal, só profissional. Mas gostaria muito que vc continuasse acompanhando nosso trabalho e comentasse quando quiser. O nosso trabalho na ONG é divulgar conhecimento, este conhecimento que salva e que não está disponível na grande mídia. Então uma grande ajuda é vc divulgar nosso trabalho para outras pessoas que sofrem, peçam para se inscrever no blog e conhecer como podemos ajudar, nos links abaixo.

    E fora isso, siga o que seu coração mandar, abra espaço e um dia vc saberá como desenvolver um trabalho que possa ajudar mais pessoas e que tenha a sua cara e o seu coração! Um beijo e nos mantenha informadas! boa sorte, com mt carinho e gratidão!

    inscreva-se em: anamariasaad.com.br/inscreva
    saiba mais sobre como podemos ajudar: anamariasaad.com.br/clubdacachola

Elza · 22 de dezembro de 2015 às 13:09

Mundo cinza…sem razões de ser….minha unica filha me abandonou…..viver? isso é hipocresia.

    Ana Maria Saad · 29 de dezembro de 2015 às 10:55

    qdo nossa vida depende da vida dos outros, se os outros forem embora entao danou-se mesmo.

    o que aconteceu na sua vida que vc nao se ama e colocou todo o sentido da sua propria vida nas maos dos outros, no caso da sua filha?

sem nome · 21 de dezembro de 2015 às 12:34

Oi bom dia… sabe tenho sempre esses pensamentos… sabe sou uma pessoa bastante tímida.. tímida ao extremo tenho 26 anos não tenho nenhum amigo nunca arranjei nem namorado… tenho 4irmãos e 1 GSM todos casados e com filhos tenho inveja deles pois sei que nunca vou arranjar ninguém por ser gay sabe minha família todinha e evangélica isso me deixa mais constrangido.. afinal de contas nenhuma família evangélica que ter um filho gay.. já não consigo dormir mais. a noite quando me feito sinto como se tivesse levado um tipo de canhão sinto um imenso buraco que cai dia só vai crescendo… durante o dia finjo estar tão FELIZ mais e só um disfarçe pois quando chega a noite toda essa fasça cai por terra dando espaço pro desespero e uma imensa solidão que me persegue a alguns anos… queria ter alguém pra conversar sobre isso preciso desabafar com alguém tirar esse peso das costas..

    Ana Maria Saad · 21 de dezembro de 2015 às 13:09

    Amado,

    se vc quer tirar esse peso das suas costas ta na hora de encarar que vc ta com um problema sério: vc nao se aceita e vive no desamor.

    E isso é mto sério pois isso pode de fato gerar uma doença em vc: transtornos como depressão, ansiedade, panico, etc

    Então vc precisa buscar ajuda profissional. Uma boa terapia onde alem de desabafar vc tera orientação pra se autoconhecer e fazer as pazes contigo mesmo, encontrando a melhor forma de lidar com sua familia.

    Pegue esse guia gratuito pra saber que tipo de ajuda buscar: http://www.anamariasaad.com.br/inscreva

    leia e vamos nos falando

    bjokaaaaaaaa

      sem nome · 28 de dezembro de 2015 às 10:16

      Obg

Luciano · 21 de dezembro de 2015 às 04:03

eu tenho 22 anos , em minha casa todos me tratam como se eu fosse um imprestável ,perdi um estagio que estava por romper o ligamento do tornozelo, as pessoas da minha casa não gostam dos assuntos que converso , nunca tive uma namorada , todas que tentei no inicio gostavam de mim , depois eu não sei o que acontece sempre desistem , minha mãe está com cancer sempre vou no médico com ela , mas na visão dela eu sou um imprestável , pois estou sem trabalho e não ajudo a pagar as contas de casa. Quando estou trabalhando, meus pais só falam comigo como se eu fosse um banco atrás de dinheiro , estou terminando a faculdade porém estou super desanimado …. Não sei mais o que fazer da minha vida sinceramente , tem dias que entro em desespero , não consigo dormir direito , choro algumas madrugadas

    Ana Maria Saad · 21 de dezembro de 2015 às 13:14

    Amado,

    Sua família é uó, né!!

    Pessoas que nao nos apoiam e nao nos apreciam mostram claramente que nao sabem lidar com questoes afetivas e emocionais.

    Então pense que seus familiares te tratam dessa maneira, nao pq sao maldosos, mas pq eles mesmos nao sabem lidar com afeto.

    Agora, vc deixar que esse campo familiar atrapalhe mais sua vida é escolha sua.

    Então busque ajuda terapeutica urgente, pq qto mais vc demorar pra se cuidar mais desesperado vc ficara!

    E que tipo de ajuda? pegue esse guia gratuito: http://www.anamariasaad.com.br/inscreva

    leia e vamos nos falando.

    tem lugares que atendem a preços populares e ate mesmo de graça!

    pesquise e conte com a gente!

    bjokaaaaaaaaa

    Dede · 31 de dezembro de 2015 às 04:09

    Eu to numa situação parecida, mas coloca mais 11 anos ali de um cara que não tem perspectiva na vida, mora ainda com os pais, nunca teve uma namorada, sem nenhum dinheiro e com a menor falta de vontade de viver. Em fim, tenho uma vida extremamente patética e não visualizo independência financeira e munto menos constituir uma família e não passa um dia sem que eu pense de querer estar morto. Me formei em administração em 2010, mas só pra ter diploma mesmo, pois de nada serviu e minha merda de vida continua sendo uma frustração ano após ano. Não sei porque esta merda de piada como eu surgiu nesta porcaria de planeta.

      Ana Maria Saad · 7 de janeiro de 2016 às 20:16

      Dede me sentia exatamente assim….

      e aprendi que isso vem da resistencia perante a vida, que vem de feridas nao curadas…

      qdo a gente ta em carne viva por dentro fica dificil mesmo de sentir a vida como uma dadiva, ela fica mais um inferno.

      mas essas feridas podem ser curadas.

      se vc quiser veja como aqui nesse gratuito: http://www.anamariasaad.com.br/inscreva

      ganhe conhecimento, flexibilize sua mente, se acolha e busque ajuda, se de essa chance…

      bjoka

Luciana · 19 de dezembro de 2015 às 17:16

Pessoal, quem quiser desabafar, pode me procurar! Estou pronta a ouvir vocês. Só peço que não tirem suas vidas. As fases ruins da vida passam. Sobrevivam! Deus está com vocês!

Paola Santos · 16 de dezembro de 2015 às 01:58

Minha Família só me crítica, já pensei várias vezes em me matar ..mais falta a coragem …Eu não suporto mais ter que chorar todos os dias por criticas ,principalmente da minha mãe ..Não tem um dia que ela não me critique por qualquer coisa a roupa que eu uso,o jeito que cuido das minhas coisas,como é meu jeito c as pessoas .Só que nunca meus amigos vieram reclamar do meu jeito eles gostam bastante de mim ,mais não entendo esse comportamento da minha mãe comigo ,pois com a minha irmã mais velha ela nunca foi assim .Sinto que minha vida está um tormento só sinto dor é nao aguento mais quero que isso acabeee ????

    Ana Maria Saad · 21 de dezembro de 2015 às 13:52

    Amada,

    sua família é a raiz do seu mal estar. eu passei por isso e sei bem como é.

    sua mae que deveria ser a principal pessoa a te apoiar e respeitar, so te da paulada. obvio que chegara uma hora que vc mesma se odiara a ponto de querer se matar, pq quando nossa propria mae nao nos da valor, a gente acredita que ha algo errado com a gente. mas vc mesma sabe que nao é isso, tanto que vc cita seus amigos, alias aproveite o apoio deles!

    e saiba que sua mae faz isso pq ela mesma nao consegue se auto amar. provavelmente os pais dela a trataram mal tb. e entre vc e sua irma, vc deu azar e ela resolveu descarregar todo o desamor dela em vc.

    pra vc conseguir transformar isso tudo e nao se poluir mais com a sua mae, vc precisa buscar ajuda terapeutica pra se conhecer. pega esse guia gratuito:
    http://www.anamariasaad.com.br/inscreva

    leia e vamos nos falando!

    e saiba que vc nao ta so

    bjokaaaaaa

josé vieiria · 6 de dezembro de 2015 às 10:53

Eu tenho esposa, um casal de filhos já casados e 4 netas, mas muitas vezes as atitudes do dia-a-dia me leva a pensamento de suicídio como agora. Tem hora que meus filhos não me entende, a esposa não entende, parece que tudo vai desabar, mas eu tenho medo da dor, quero morrer mais sem dor. Está tudo certo, já coloquei toda a orientação no computador, o que deve ser pago, as partilhas dos bens e outros. EU NÃO QUERO MAIS VIVER, tenho 54 anos, sou deficiente físico, até uma foto que tiro parece tudo anormal, não fica bonita como imagino. Quero talvez escapar como um suicida sobrevivente sem vengonha. Como fazer? Para te contar a verdade, eu tenho medo de morrer também.

    Ana Maria Saad · 12 de dezembro de 2015 às 19:35

    Querido

    vc ja fez terapia? ja buscou o autoconhecimento? vc sofre devido ao desamor por vc mesmo… qdo a gente se sente mal na propria pele é terrivel!

    vc precisa buscar ajuda profissional, oegue esse guia gratuito pra saber mais: http://www.anamariasaad.com.br/ana-tv/

    leia e vamos nos falando!

Anônima · 25 de novembro de 2015 às 01:41

Não sei se sou uma pessoa com tendência suicida.
Mas eatou tão infeliz ultimamente que tenho planejado diversoas maneiras de dar fim a minha vida. Quando mais novo sentia esse desejo de dar um basta.
Mas tinha muito tempo que não vinha a tona essa vontade. Agora aos 38 anos estou novamente tendo esses sintomas me rondando. Estou descontrolada desta vez não consigo me freiar nas atitudes e palavras. Acho que estou mais próxima desta vez do que anteriormente sem muito pudores, sem muitos motivos para não fazer. Não ligando muito para o que vão pensar ou dizer.

    Ana Maria Saad · 27 de novembro de 2015 às 13:14

    amada,

    a gente quer morrer pq nao sabe de outra saida pro sofrimento.

    entao entra nesse link pra saber quais existem: http://www.anamariasaad.com.br/inscreva

    ganhe conhecimento pra se tratar direitinho!

    torcendo por ti

    🙂

natalia · 22 de novembro de 2015 às 17:30

Estou planejando algo que não tenha o “Se” tem q dar certo …
nao quero tentar …. quero morrer mesmo ..
mundo chato onde nao é meu lugar …

luciana · 18 de novembro de 2015 às 11:55

não recebi nada

    Ana Maria Saad · 27 de novembro de 2015 às 13:36

    oi luciana,

    o que vc nao recebeu?

anonima · 4 de outubro de 2015 às 13:12

preciso saber se cloridrato de bupropiona + ritalina e grande quantidade podem matar

    Ana Maria Saad · 9 de outubro de 2015 às 13:21

    bela aq a gente nao incentiva suicidio

    bjoka

Eduarda · 25 de setembro de 2015 às 13:36

Queria sua ajuda para um projeto meu que se trata justamente do suicídio. Obrigada !

Adriana · 24 de setembro de 2015 às 13:54

Eu sei como é… tentei 2 vezes e me reanimaram, mas agora vou conseguir mesmo! Tô cansada demais….

    Ana Maria Saad · 25 de setembro de 2015 às 10:54

    Dri,

    Vc tá cansada do que? De quem?

Os comentários estão fechados.